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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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18
|Gênesis 26:18|
És ismét megásá Izsák a kútakat, a melyeket ástak vala az õ atyjának Ábrahámnak idejében, de a melyeket Ábrahám holta után behánytak vala a Filiszteusok, és azokkal a nevekkel nevezé azokat, a mely neveket adott vala azoknak az õ atyja.
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19
|Gênesis 26:19|
Izsák szolgái pedig ásnak vala a völgyben, és élõ víznek forrására akadának ott.
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20
|Gênesis 26:20|
Gérár pásztorai pedig versengének Izsák pásztoraival, mondván: Miénk a víz. Ezért nevezé a kútnak nevét Észeknek, mivelhogy czivakodtak vala õ vele.
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21
|Gênesis 26:21|
Más kútat is ásának s azon is versengének, azért annak nevét Szitnának nevezé.
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22
|Gênesis 26:22|
És tovább vonula onnan és ása más kútat, a mely miatt nem versengének; azért nevezé nevét Rehobóthnak, és monda: Immár tágas helyet szerzett az Úr minékünk, és szaporodhatunk a földön."
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23
|Gênesis 26:23|
Felméne pedig onnan Beérsebába.
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24
|Gênesis 26:24|
És megjelenék néki az Úr azon éjszaka, és monda: Én vagyok Ábrahámnak a te atyádnak Istene: Ne félj, mert te veled vagyok, és megáldalak téged, és megsokasítom a te magodat Ábrahámért, az én szolgámért.
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25
|Gênesis 26:25|
Oltárt építe azért ott, és segítségûl hívá az Úrnak nevét, s felvoná ott az õ sátorát; Izsák szolgái pedig kútat ásának ottan."
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26
|Gênesis 26:26|
Abimélek pedig elméne õ hozzá Gérárból és Akhuzzáth az õ barátja, meg Pikhól az õ hadvezére.
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27
|Gênesis 26:27|
És monda nékik Izsák: Miért jöttetek én hozzám, holott gyûlöltök engem s elûztetek magatok közûl?
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva