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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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|Gênesis 30:10|
És szûle Zilpa, Lea szolgálója, fiat Jákóbnak.
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11
|Gênesis 30:11|
És monda Lea: Szerencsére! és nevezé nevét Gádnak!
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12
|Gênesis 30:12|
És szûle Zilpa, Lea szolgálója, más fiat is Jákóbnak.
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13
|Gênesis 30:13|
És monda Lea: Oh én boldogságom! bizony boldognak mondanak engem az asszonyok: és nevezé nevét Ásernek.
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14
|Gênesis 30:14|
És kiméne Rúben búzaaratáskor, és talála a mezõn mandragóra-bogyókat s vivé azokat az õ anyjának, Leának. És monda Rákhel Leának: Adj nékem kérlek a fiad mandragóra-bogyóiból.
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15
|Gênesis 30:15|
Az pedig monda néki: Talán keveselled, hogy elvetted tõlem az én férjemet, s a fiam mandragóra-bogyóit is elvennéd tõlem? És monda Rákhel: Háljon veled hát az éjjel a te fiad mandragóra-bogyóiért.
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16
|Gênesis 30:16|
Mikor Jákób este a mezõrõl jöve, eleibe méne Lea, és monda: Én hozzám jõjj be, mert megvettelek a fiam mandragóra-bogyóiért; és nála hála azon éjszaka."
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|Gênesis 30:17|
És meghallgatá Isten Leát, mert fogada az õ méhében és szûle Jákóbnak ötödik fiat.
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18
|Gênesis 30:18|
És monda Lea: Megadta az Isten jutalmamat, a miért szolgálómat férjemnek adtam; azért nevezé nevét Izsakhárnak."
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19
|Gênesis 30:19|
És ismét fogada az õ méhében Lea, és szûle hatodik fiat Jákóbnak.
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva