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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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1
|Juízes 7:1|
Felkele pedig jó reggel Jerubbaál - ez Gedeon - és az egész nép, mely vele volt, és táborba szállának a Haród kútjánál, és a Midián tábora tõle északra volt, a Moré halomtól fogva, a völgyben.
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2
|Juízes 7:2|
És monda az Úr Gedeonnak: Több ez a nép, mely veled van, hogysem kezébe adhatnám Midiánt; Izráel [még] dicsekednék velem szemben, mondván: Az én kezem szerzett szabadulást nékem!"
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3
|Juízes 7:3|
Azért kiálts a népnek füle hallatára, mondván: A ki fél és retteg, térjen vissza, és menjen el a Gileád hegységrõl. És visszatérének a nép közül huszonkétezeren, és [csak] tizezeren maradának [ott.
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4
|Juízes 7:4|
És monda az Úr Gedeonnak: Még ez a nép is sok; vezesd õket le a vízhez, és ott megpróbálom õket néked, és a melyikrõl azt mondom néked: Ez menjen el veled, az menjen el veled; de bármelyikrõl azt mondom: Ez ne menjen el veled, az ne [is] menjen."
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5
|Juízes 7:5|
És levezette a népet a vízhez, és monda az Úr Gedeonnak: Mindazokat, a kik nyelvökkel nyalnak a vízbõl, mint a hogyan nyal az eb, állítsd külön, valamint azokat is, a kik térdeikre esnek, hogy igyanak.
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6
|Juízes 7:6|
És lõn azoknak száma, a kik kezökkel szájokhoz [véve] nyaldosák a [vizet,] háromszáz férfiú; a nép többi része pedig mind térdre esve ivott."
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7
|Juízes 7:7|
És monda az Úr Gedeonnak: E háromszáz férfiú által szabadítlak meg titeket, a kik nyaldosták vala [a vizet,] és adom Midiánt kezedbe; a többi nép pedig menjen el, kiki a maga helyére."
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8
|Juízes 7:8|
És õk kezökbe vevék a népnek útravalóját és kürtjeit. Az Izráel [többi] férfiait pedig mind elküldötte, mindeniket a maga hajlékába, és [csak] a háromszáz férfiút tartotta meg. A Midián tábora pedig alatta feküdt a völgyben.
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9
|Juízes 7:9|
És monda néki az Úr azon az éjszakán: Kelj fel, menj alá a táborba, mert kezedbe adtam õket.
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10
|Juízes 7:10|
Ha pedig félsz lemenni, menj le te és Púra, a te szolgád a táborba.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva