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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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1
|Levítico 23:1|
Szóla ismét az Úr Mózesnek, mondván:
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2
|Levítico 23:2|
Szólj Izráel fiainak, és mondd meg nékik az Úrnak ünnepeit, a melyeken szent gyülekezésekre kell összegyülekeznetek. Ezek azok az én ünnepeim:
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3
|Levítico 23:3|
Hat napon át munkálkodjatok, a hetedik napon nyugodalomnak, szent gyülekezésnek szombatja van, semmi dolgot ne végezzetek: az Úrnak szombatja legyen az minden lakhelyeteken.
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4
|Levítico 23:4|
Ezek az Úrnak ünnepei, szent gyülekezések [napjai], a melyekre szabott idejökben kell összegyülekeznetek.
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5
|Levítico 23:5|
Az elsõ hónapban, a hónapnak tizennegyedikén, estennen az Úrnak páskhája.
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6
|Levítico 23:6|
E hónapnak tizenötödik napján pedig az Úr kovásztalan kenyerének ünnepe. Hét napig egyetek kovásztalan kenyeret.
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7
|Levítico 23:7|
Az elsõ napon szent gyülekezéstek legyen, semmi robota munkát ne végezzetek.
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8
|Levítico 23:8|
Hét napon át pedig tûzáldozatot áldozzatok az Úrnak, és a hetedik napon szent gyülekezéstek [is legyen]: semmi robota munkát ne végezzetek.
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9
|Levítico 23:9|
Szóla ismét az Úr Mózesnek, mondván:
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10
|Levítico 23:10|
Szólj Izráel fiainak és mondd meg nékik: Mikor bementek a földre, a melyet én adok néktek, és megaratjátok annak vetését: a ti aratástok zsengéjének [elsõ] kévéjét vigyétek a papnak.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva