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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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11
|Levítico 4:11|
A tuloknak pedig bõrét és minden húsát, fejével és lábszáraival együtt, bélit és ganéját,
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12
|Levítico 4:12|
És mind az egész tulkot vigye ki a táboron kivül tiszta helyre, a hová a hamut öntik: és égesse el azt a fán, tûzben; ott égessék meg, a hová a hamut öntik."
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13
|Levítico 4:13|
Hogyha pedig az Izráel fiainak egész közönsége megtéved, és a gyülekezet elõtt rejtve marad e dolog; és valami olyat cselekesznek az Úrnak valamelyik parancsolatja ellen, a mit nem kellett volna cselekedni, és bûnösökké lesznek:"
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14
|Levítico 4:14|
Mikor kitudódik a bûn, a melyet elkövettek: akkor áldozzék a gyülekezet egy tulkot, fiatal marhát a bûnért, és vigye azt a gyülekezetnek sátora elé.
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15
|Levítico 4:15|
És a gyülekezet vénei tegyék kezeiket a tuloknak fejére az Úr elõtt, és ölje meg a tulkot [a] [pap] az Úr elõtt.
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16
|Levítico 4:16|
Azután vigyen be a felkent pap a tulok vérébõl a gyülekezet sátorába.
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|Levítico 4:17|
És mártsa be a pap az õ újját a vérbe, és hintsen abból hétszer az Úr elõtt a függöny felé.
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18
|Levítico 4:18|
És tegyen a vérbõl az oltár szarvaira is, a mely az Úr elõtt, a gyülekezet sátorában van; a vért pedig mind öntse az egészen égõáldozat oltárának aljára, a mely a gyülekezet sátorának nyílása elõtt van."
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19
|Levítico 4:19|
Minden kövérjét pedig szedje ki belõle, és füstölögtesse el az oltáron.
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20
|Levítico 4:20|
És úgy cselekedjék azzal a tulokkal, mint a bûnért való tulokkal cselekvék, úgy cselekedjék vele, és engesztelést szerez számukra a pap, és megbocsáttatik nékik.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva