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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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1
|Mateus 20:1|
Mert hasonlatos a mennyeknek országa a gazdaemberhez, a ki jó reggel kiméne, hogy munkásokat fogadjon az õ szõlejébe.
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2
|Mateus 20:2|
Megszerzõdvén pedig a munkásokkal napi tíz pénzben, elküldé õket az õ szõlejébe.
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3
|Mateus 20:3|
És kimenvén három óra tájban, láta másokat, a kik hivalkodván a piaczon álltak vala.
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4
|Mateus 20:4|
És monda nékik: Menjetek el ti is a szõlõbe, és a mi igazságos, megadom néktek.
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5
|Mateus 20:5|
Azok pedig elmenének. Hat és kilencz óra tájban ismét kimenvén, ugyanazon képen cselekedék.
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6
|Mateus 20:6|
Tizenegy óra tájban is kimenvén, talála másokat, a kik hivalkodva állottak vala, és monda nékik: Miért álltok itt egész napon át, hivalkodván?
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7
|Mateus 20:7|
Mondának néki: Mert senki sem fogadott meg minket. Monda nékik: Menjetek el ti is a szõlõbe, és a mi igazságos, megkapjátok.
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8
|Mateus 20:8|
Mikor pedig beestveledék, monda a szõlõnek ura az õ vinczellérjének: Hívd elõ a munkásokat, és add ki nékik a bért, az utolsóktól kezdve mind az elsõkig.
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9
|Mateus 20:9|
És jövén a tizenegyórásak, fejenként tíz-tíz pénzt võnek.
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10
|Mateus 20:10|
Jövén azután az elsõk, azt gondolják vala, hogy õk többet kapnak: de õk is tíz-tíz pénzt võnek fejenként.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva