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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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1
|Mateus 22:1|
És megszólalván Jézus, ismét példázatokban beszél vala nékik, mondván:
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2
|Mateus 22:2|
Hasonlatos a mennyeknek országa a királyhoz, a ki az õ fiának menyegzõt szerze.
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3
|Mateus 22:3|
És elküldé szolgáit, hogy meghívják azokat, a kik a menyegzõre hivatalosak valának; de nem akarnak vala eljõni."
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4
|Mateus 22:4|
Ismét külde más szolgákat, mondván: Mondjátok meg a hivatalosoknak: Ímé, ebédemet elkészítettem, tulkaim és hízlalt állataim levágva vannak, és kész minden; jertek el a menyegzõre."
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5
|Mateus 22:5|
De azok nem törõdvén vele, elmenének, az egyik a maga szántóföldjére, a másik a maga kereskedésébe;"
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6
|Mateus 22:6|
A többiek pedig megfogván az õ szolgáit, bántalmazák és megölék õket.
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7
|Mateus 22:7|
Meghallván pedig ezt a király, megharaguvék, és elküldvén hadait, azokat a gyilkosokat elveszté, és azoknak városait fölégeté.
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8
|Mateus 22:8|
Akkor monda az õ szolgáinak: A menyegzõ ugyan készen van, de a hivatalosok nem valának méltók.
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9
|Mateus 22:9|
Menjetek azért a keresztútakra, és a kiket csak találtok, hívjátok be a menyegzõbe.
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10
|Mateus 22:10|
És kimenvén azok a szolgák az útakra, begyûjték mind a kiket csak találtak vala, jókat és gonoszokat egyaránt. És megtelék a menyegzõ vendégekkel.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva