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Karoli -
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1
|Neemias 4:1|
Lõn pedig, mikor meghallotta Szanballat, hogy mi építjük a kõfalat, haragra gerjede és felette igen bosszankodék, és gúnyolá a zsidókat;"
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2
|Neemias 4:2|
És szóla az õ atyjafiai és a samáriai sereg elõtt, és ezt mondá: Mit mûvelnek e nyomorult zsidók? Vajjon megengedik-é ezt nékik? Talán áldozni fognak? Hát bevégezik ma? Avagy megelevenítik a köveket a porhalmazból, holott azok elégtek?!
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3
|Neemias 4:3|
Az Ammonita Tóbiás pedig mellette [állván], mondá: Bármit építsenek, ha egy róka lép fel reá, összezúzza köveiknek falát.
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4
|Neemias 4:4|
Halld meg, oh mi istenünk! hogy csúffá lettünk, fordítsad gyalázásukat az õ fejökre, és add õket prédára a rabságnak földében;"
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5
|Neemias 4:5|
Ne fedezd el az õ hamisságokat és az õ bûnök a te orczád elõl el ne töröltessék, mert [téged] bosszantának az építõk elõtt!
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6
|Neemias 4:6|
És építõk a falat annyira, hogy elkészült az egész fal félmagasságban, mert a nép nagy kedvvel dolgozott.
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7
|Neemias 4:7|
Mikor pedig meghallotta Szanballat és Tóbiás, továbbá az Arábiabeliek, az Ammoniták és az Asdódeusok, hogy javítgattatnak Jeruzsálem kõfalai, és hogy a törések betömése megkezdõdött, felette nagy haragra gerjedének;"
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8
|Neemias 4:8|
És összeesküvének mindnyájan egyenlõ akarattal, hogy eljõnek Jeruzsálemet megostromolni és [népét] megrémíteni.
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9
|Neemias 4:9|
De mi imádkozánk a mi Istenünkhöz, és állítánk ellenök õrséget nappal és éjjel, mivelhogy féltünk tõlök.
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10
|Neemias 4:10|
És mondák a zsidók: Fogytán van ereje a tereh-hordónak, a rom pedig sok, és mi képtelenek vagyunk építeni a kõfalat.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva