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Louis Segond (1910) -
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31
|Lamentações 3:31|
Car le Seigneur Ne rejette pas à toujours.
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32
|Lamentações 3:32|
Mais, lorsqu'il afflige, Il a compassion selon sa grande miséricorde;
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33
|Lamentações 3:33|
Car ce n'est pas volontiers qu'il humilie Et qu'il afflige les enfants des hommes.
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34
|Lamentações 3:34|
Quand on foule aux pieds Tous les captifs du pays,
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35
|Lamentações 3:35|
Quand on viole la justice humaine A la face du Très-Haut,
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|Lamentações 3:36|
Quand on fait tort à autrui dans sa cause, Le Seigneur ne le voit-il pas?
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37
|Lamentações 3:37|
Qui dira qu'une chose arrive, Sans que le Seigneur l'ait ordonnée?
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38
|Lamentações 3:38|
N'est-ce pas de la volonté du Très-Haut que viennent Les maux et les biens?
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39
|Lamentações 3:39|
Pourquoi l'homme vivant se plaindrait-il? Que chacun se plaigne de ses propres péchés.
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40
|Lamentações 3:40|
Recherchons nos voies et sondons, Et retournons à l'Eternel;
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
BUSQUE A DEUS
JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva