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Luther (1912) -
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|Ester 2:1|
Nach diesen Geschichten, da der Grimm des Königs Ahasveros sich gelegt hatte, gedachte er an Vasthi, was sie getan hatte und was über sie beschlossen war.
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|Ester 2:2|
Da sprachen die Diener des Königs, die ihm dienten: Man suche dem König junge, schöne Jungfrauen,
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|Ester 2:3|
und der König bestellte Männer in allen Landen seines Königreichs, daß sie allerlei junge, schöne Jungfrauen zusammenbringen gen Schloß Susan ins Frauenhaus unter der Hand Hegais, des Königs Kämmerers, der der Weiber wartet, und man gebe ihnen ihren Schmuck;"
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4
|Ester 2:4|
und welche Dirne dem König gefällt, die werde Königin an Vasthis Statt. Das gefiel dem König, und er tat also.
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5
|Ester 2:5|
Es war aber ein jüdischer Mann zu Schloß Susan, der hieß Mardochai, ein Sohn Jairs, des Sohnes Simeis, des Sohnes des Kis, ein Benjaminiter,
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6
|Ester 2:6|
der mit weggeführt war von Jerusalem, da Jechonja, der König Juda's, weggeführt ward, welchen Nebukadnezar, der König zu Babel, wegführte.
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7
|Ester 2:7|
Und er war ein Vormund der Hadassa, das ist Esther, eine Tochter seines Oheims; denn sie hatte weder Vater noch Mutter. Und sie war eine schöne und feine Dirne. Und da ihr Vater und ihre Mutter starb, nahm sie Mardochai auf zur Tochter."
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|Ester 2:8|
Da nun das Gebot und Gesetz des Königs laut ward und viel Dirnen zuhaufe gebracht wurden gen Schloß Susan unter die Hand Hegais, ward Esther auch genommen zu des Königs Hause unter die Hand Hegais, des Hüters der Weiber.
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9
|Ester 2:9|
Und die Dirne gefiel ihm, und sie fand Barmherzigkeit vor ihm. Und er eilte mit ihrem Schmuck, daß er ihr ihren Teil gäbe und sieben feine Dirnen von des Königs Hause dazu. Und er tat sie mit ihren Dirnen an den besten Ort im Frauenhaus.
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|Ester 2:10|
Und Esther sagte ihm nicht an ihr Volk und ihre Freundschaft; denn Mardochai hatte ihr geboten, sie sollte es nicht ansagen."
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Sugestões

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02 de junho LAB 519
NÃO CAIA NA ARMADILHA
JÓ 03-05
Se você está em dia com sua leitura da Bíblia, está acompanhando um verdadeiro drama. Por um lado, é uma leitura gostosa de fazer, já que se trata de um conto curioso. Mas existem pessoas que desanimam a ler esse livro por diversas razões: há diálogos que trazem argumentos longamente repetitivos; pelo fato de que o livro é grande; por, às vezes, achar, enganadamente, que não se trataria de uma história real; e por outros equívocos mais desse tipo. Então, para você não cair nessa armadilha, quero apresentar um ponto de vista do teólogo Gerald Wheeler.
Wheeler comenta que esse livro tem deixado muitos leitores perplexos durante milhares de anos. O problema é que a maioria das pessoas folheia o começo e o fim do livro e faz uma conclusão de que Satanás é o responsável de todos os sofrimentos humanos e pronto. A realidade é que poucos se atrevem a cavar os mistérios mais profundos e a mensagem vital que estão contidos no restante do livro.
Perceba que o livro de Jó não se preocupa tanto em mostrar quem ou o que causa o sofrimento. Uma preocupação maior que essa é mostrar a forma como as pessoas reagem diante da provação. Vemos Jó lutando para entender como é possível que Deus inflija esse tipo de sofrimento para Seus servos fiéis. Os argumentos dos amigos de Jó são a parte mais patética da história, já que se esforçam para “preservar a fé”, mesmo que isso custasse o sacrifício das boas relações de amizade entre eles. De uma maneira geral, observa-se que os amigos de Jó parecem acreditar que Deus recompensa os justos e castiga os maus. E é engraçado que quando o mundo parece não se encaixar no padrão simplório que esses personagens pensam sobre a vida e a defendem, a posição teológica de cada um começa a titubear, mas parecem ficar desesperados para fazer qualquer coisa para conservar a opinião própria deles, mesmo que isso signifique destruir os outros.
É aí que vem o pé de guerra do livro de Jó. De um lado, Jó põe a responsabilidade do mal que está devastando sua vida nas costas de Deus. Os amigos, por outro lado, garantem que ele é um pecador. Aí Jó se ira contra Deus. Diante disso, seus amigos o pressionam, procurando seu “pecado oculto”, a suposta causa do sofrimento dele. Nesse diálogo, o eco que podemos ouvir é o das incompreensões teológicas de todos os tempos que, ironicamente, fazem muitos se desentenderem.
Mas enquanto o pecado e o sofrimento reinam neste mundo, deixe que o livro de Jó fale ao seu coração!
Valdeci Júnior
Fátima Silva