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Luther (1912) -
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21
|Ester 9:21|
daß sie annähmen und hielten den vierzehnten und fünfzehnten Tag des Monats Adar jährlich,
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22
|Ester 9:22|
nach den Tagen, darin die Juden zur Ruhe gekommen waren von ihren Feinden und nach dem Monat, darin ihre Schmerzen in Freude und ihr Leid in gute Tage verkehrt war; daß sie dieselben halten sollten als Tage des Wohllebens und der Freude und einer dem andern Geschenke schicken und den Armen mitteilen."
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23
|Ester 9:23|
Und die Juden nahmen's an, was sie angefangen hatten zu tun und was Mardochai an sie schrieb:
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24
|Ester 9:24|
wie Haman, der Sohn Hammedathas, der Agagiter, aller Juden Feind, gedacht hatte, alle Juden umzubringen, und das Pur, das ist das Los, werfen lassen, sie zu erschrecken und umzubringen;"
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25
|Ester 9:25|
und wie Esther zum König gegangen war und derselbe durch Briefe geboten hatte, daß seine bösen Anschläge, die er wider die Juden gedacht, auf seinen Kopf gekehrt würden; und wie man ihn und seine Söhne an den Baum gehängt hatte."
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26
|Ester 9:26|
Daher sie diese Tage Purim nannten nach dem Namen des Loses. Und nach allen Worten dieses Briefes und dem, was sie selbst gesehen hatten und was an sie gelangt war,
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|Ester 9:27|
richteten die Juden es auf und nahmen's auf sich und auf ihre Nachkommen und auf alle, die sich zu ihnen taten, daß sie nicht unterlassen wollten, zu halten diese zwei Tage jährlich, wie die vorgeschrieben und bestimmt waren;"
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|Ester 9:28|
daß diese Tage nicht vergessen, sondern zu halten seien bei Kindeskindern, bei allen Geschlechtern, in allen Ländern und Städten. Es sind die Tage Purim, welche nicht sollen übergangen werden unter den Juden, und ihr Gedächtnis soll nicht umkommen bei ihren Nachkommen.
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|Ester 9:29|
Und die Königin Esther, die Tochter Abihails, und Mardochai, der Jude, schrieben mit ganzem Ernst, um es zu bestätigen, diesen zweiten Brief von Purim;"
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30
|Ester 9:30|
und er sandte die Briefe zu allen Juden in den hundert und siebenundzwanzig Ländern des Königreichs des Ahasveros mit freundlichen und treuen Worten:
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Sugestões

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25 de fevereiro LAB 422
ESQUEMA DO “PLANTA-COLHE”
Deuteronômio 01-03
Você já ouviu o ditado: “Quem planta, colhe?” Nem sempre, mas, muitas vezes, ele é verdadeiro. Quem planta, colhe... Colhe o quê? Aí é onde podemos criar outro ditado mais ou menos assim: se colhe o que se planta. Já pensou se você pegasse sementes de jabuticaba e as plantasse, mas não tivesse a garantia de que nasceria jabuticaba? Poderia, talvez, nascer melancia, maracujá, erva cidreira... Já pensou nisso?
O indivíduo plantaria uma roça inteira e não saberia se daria certo ou não. O mundo seria uma confusão tão grande, que seria um caos. Mas a verdade é que quem planta arroz, colhe arroz; quem planta milho, colhe milho; se plantar mandioca, colherá mandioca, se plantar beterraba, colherá beterraba; se plantar macarrão, colherá macarrão.... Opa! Pera aí! Aí não, né? Plantar macarrão, colherá macarrão? É aí onde não se aplica o ditado “quem planta, colhe”, porque nem tudo que se plantar pode nascer.
Esse esquema de plantar e colher pode muito bem ser visto na leitura bíblica de hoje. Nesses três capítulos que devemos ler, vemos “colheitadas” vindas de “plantadas”. Mas não se trata de vegetais. É o plantar e colher de ações humanas.
Em Deuteronômio 1, o povo estava indo em direção à Terra que Deus tinha prometido a eles. Receber a posse dessa terra era a bênção decorrente de eles terem seguido as orientações de Deus. Mas, infelizmente, ainda no mesmo capítulo, vemos o povo esquecendo da colheita que eles tinham pela frente e fizeram uma rebelião. Que papelão! Então, a partir do verso 34, tem aí o castigo que os israelitas começam a receber. Não é que Deus é um pai carrasco, que fica com a varinha na mão, esperando Seus filhos errarem para, então, Ele castigar. Não! Mas Deus lida com as consequências. Ele deixa que as consequências aconteçam para percebermos o esquema do “planta-colhe”.
Dê uma olhada em Deuteronômio 2. Desse capítulo, e estudando toda a história da jornada dos israelitas no deserto, aprendemos que a distância entre o Egito e Canaã não era tão longe. Eles gastariam apenas algumas semanas de viagem. Mas devido à teimosia deles, ficaram vagueando no deserto por 40 anos. É o esquema do “planta-colhe”.
Todavia, Deus é tão misericordioso que, muitas vezes, Ele entra na história e fura esse esquema. Ainda no capítulo 2 e início do 3, o Senhor deixa que o povo saia como vencedor. Logo adiante, vemos que a misericórdia de Deus não é injusta. Ele não tem esquemas para favorecer ninguém injustamente. Moisés também não escapou do esquema do “planta-colhe”.
E você? O que tem plantado no seu dia-a-dia? Reflita nisso!
Valdeci Júnior
Fátima Silva