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Luther (1912) -
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29
|Ester 9:29|
Und die Königin Esther, die Tochter Abihails, und Mardochai, der Jude, schrieben mit ganzem Ernst, um es zu bestätigen, diesen zweiten Brief von Purim;"
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30
|Ester 9:30|
und er sandte die Briefe zu allen Juden in den hundert und siebenundzwanzig Ländern des Königreichs des Ahasveros mit freundlichen und treuen Worten:
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31
|Ester 9:31|
daß sie annähmen die Tage Purim auf die bestimmte Zeit, wie Mardochai, der Jude, über sie bestätigt hatte und die Königin Esther, und wie sie für sich selbst und ihre Nachkommen bestätigt hatten die Geschichte der Fasten und ihres Schreiens.
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32
|Ester 9:32|
Und Esther befahl, die Geschichte dieser Purim zu bestätigen. Und es ward in ein Buch geschrieben.
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1
|Ester 10:1|
Und der König Ahasveros legte Zins aufs Land und auf die Inseln im Meer.
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2
|Ester 10:2|
Aber alle Werke seiner Gewalt und Macht und die große Herrlichkeit Mardochais, die ihm der König gab, siehe, das ist geschrieben in der Chronik der Könige in Medien und Persien.
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3
|Ester 10:3|
Denn Mardochai, der Jude, war der nächste nach dem König Ahasveros und groß unter den Juden und angenehm unter der Menge seiner Brüder, der für sein Volk Gutes suchte und redete das Beste für sein ganzes Geschlecht.
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Sugestões

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04 de janeiro LAB 370
DESDE QUANDO?
Gênesis 12-15
De Martinho Lutero, herdamos a doutrina da justificação pela fé. Ele aprendeu isso nos escritos de Paulo. Mas o apóstolo buscou tal ensinamento junto à cruz. Então, onde tudo começou?
Abraão viveu no tempo do Velho Testamento. Será que ele foi salvo pela Lei? Pelo contrário! Não foi justificado por suas obras, mas porque creu. “Pois que diz a Escritura? Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça. Mas, ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça” (Romanos 4:3 e 5; Gálatas 3:6; Tiago 2:23; cf. Gênesis 15:6).
Um soldado do exército imperial estava condenado a morrer. A mãe daquele oficial, em lágrimas, aos pés do imperador, rogou-lhe para que seu filho fosse perdoado. Napoleão Bonaparte, de pronto, negou, porque se tratava de um reincidente e era por isso que a justiça exigia a execução do réu.
Desesperada, a mãe tentou argumentar dizendo-lhe:
- Mas não estou pedindo justiça para o meu filho, ó grande. O que peço é misericórdia, senhor, misericórdia!
O monarca replicou:
- Ele não merece misericórdia.
Ela, porém insistiu suplicando:
- Sim senhor, disso eu sei. Se ele a merecesse, não seria misericórdia, seria justiça.
Essa verdade tocou o coração do imperador, e ele respondeu:
- Concederei a seu filho minha misericórdia.
“Se tu tivesses feito uma lista dos nossos pecados, quem escaparia da condenação? Mas tu nos perdoas, e por isso nós te tememos... ponha a sua esperança no Deus Eterno porque o seu amor é fiel, e ele sempre está disposto a salvar” (Salmo 130:3-7 - BLH). Apenas confesse seus pecados a Deus, pois “se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1João 1:9).
A obra de Jesus, consumada na cruz, satisfez plenamente a justiça de Deus. Se você aceitá-la, alcançará misericórdia e perdão.
“Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Dificilmente, alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:6-8).
Resumindo, justificação pela fé é, em Seu infinito amor e misericórdia, Deus fazendo a Jesus “pecado por nós; para que, nEle, fôssemos feitos justiça de Deus” (2Coríntios 5:21). Através da fé em Cristo, os corações são preenchidos pelo Espírito Santo. Por meio dessa mesma fé, dom da graça de Deus (Romanos 12:3; Efésios 2:8), os pecadores arrependidos são considerados justos (Romanos 3:28). A salvação sempre aconteceu assim.
Valdeci Júnior
Fátima Silva