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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Greek (OT) Septuagint -
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|Provérbios 30:1|
τους εμους λογους υιε φοβηθητι και δεξαμενος αυτους μετανοει ταδε λεγει ο ανηρ τοις πιστευουσιν θεω και παυομαι
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|Provérbios 30:2|
αφρονεστατος γαρ ειμι παντων ανθρωπων και φρονησις ανθρωπων ουκ εστιν εν εμοι
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3
|Provérbios 30:3|
θεος δεδιδαχεν με σοφιαν και γνωσιν αγιων εγνωκα
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|Provérbios 30:4|
τις ανεβη εις τον ουρανον και κατεβη τις συνηγαγεν ανεμους εν κολπω τις συνεστρεψεν υδωρ εν ιματιω τις εκρατησεν παντων των ακρων της γης τι ονομα αυτω η τι ονομα τοις τεκνοις αυτου ινα γνως
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5
|Provérbios 30:5|
παντες λογοι θεου πεπυρωμενοι υπερασπιζει δε αυτος των ευλαβουμενων αυτον
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6
|Provérbios 30:6|
μη προσθης τοις λογοις αυτου ινα μη ελεγξη σε και ψευδης γενη
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|Provérbios 30:7|
δυο αιτουμαι παρα σου μη αφελης μου χαριν προ του αποθανειν με
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|Provérbios 30:8|
ματαιον λογον και ψευδη μακραν μου ποιησον πλουτον δε και πενιαν μη μοι δως συνταξον δε μοι τα δεοντα και τα αυταρκη
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9
|Provérbios 30:9|
ινα μη πλησθεις ψευδης γενωμαι και ειπω τις με ορα η πενηθεις κλεψω και ομοσω το ονομα του θεου
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|Provérbios 30:10|
μη παραδως οικετην εις χειρας δεσποτου μηποτε καταρασηται σε και αφανισθης
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva