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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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1
|1 Crônicas 13:1|
O rei Davi consultou todos os oficiais que comandavam grupos de mil homens e grupos de cem.
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2
|1 Crônicas 13:2|
Depois anunciou a todo o povo de Israel o seguinte: - Se vocês acharem bom, e se isso for da vontade do SENHOR, nosso Deus, vamos mandar mensageiros ao resto dos nossos irmãos israelitas e aos sacerdotes e levitas nas suas cidades, para dizerem a eles que venham se reunir aqui com a gente.
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3
|1 Crônicas 13:3|
Aí nós iremos buscar a arca da aliança, pois ela ficou esquecida durante o reinado de Saul.
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4
|1 Crônicas 13:4|
Essa proposta agradou ao povo, e todos concordaram com ela.
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5
|1 Crônicas 13:5|
Então Davi reuniu todo o povo de Israel, desde a fronteira do Egito, no Sul, até a subida de Hamate, no Norte, a fim de levarem a arca da aliança de Quiriate-Jearim para Jerusalém.
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6
|1 Crônicas 13:6|
Davi e o povo foram até a cidade de Baalá, isto é, Quiriate-Jearim, no território da tribo de Judá, para tirar dali a arca da aliança de Deus, a qual tem o nome do SENHOR, que se assenta no seu trono, acima dos querubins.
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7
|1 Crônicas 13:7|
Colocaram a arca num carro de bois, novo, e a levaram embora da casa de Abinadabe. Uzá e Aiô guiavam o carro.
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8
|1 Crônicas 13:8|
Então Davi e todo o povo começaram a dançar com todas as suas forças em louvor a Deus. Eles cantavam e tocavam instrumentos musicais, isto é, harpas, liras, tambores, pratos e trombetas.
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9
|1 Crônicas 13:9|
Quando chegaram ao campo de debulhar cereais que pertencia a Quidom, os bois tropeçaram. Então Uzá estendeu a mão e segurou a arca da aliança.
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10
|1 Crônicas 13:10|
Na mesma hora, o SENHOR ficou irado por Uzá ter tocado na arca e o matou. Ele morreu ali, na presença de Deus.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva