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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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21
|1 Crônicas 7:21|
Taate foi pai de Zabade, e Zabade foi pai de Sutela. Efraim foi pai de mais dois filhos além de Sutela; eles se chamavam Ézer e Eleade e foram mortos quando tentavam roubar o gado dos moradores de Gate.
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22
|1 Crônicas 7:22|
Efraim, o seu pai, chorou por eles muitos dias, e os irmãos dele foram consolá-lo.
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23
|1 Crônicas 7:23|
Depois ele teve relações com a sua mulher, ela ficou grávida e deu à luz um filho. Eles puseram nele o nome de Berias porque a desgraça tinha caído sobre o seu lar.
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24
|1 Crônicas 7:24|
Efraim foi pai de uma filha chamada Seerá. Ela construiu as cidades de Bete-Horom-de-Baixo, Bete-Horom-de-Cima e Uzém-Seerá.
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25
|1 Crônicas 7:25|
Efraim também foi pai de um filho chamado Refa. Refa foi pai de Resefe, Resefe foi pai de Telá, e Telá foi pai de Taã;
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26
|1 Crônicas 7:26|
Taã foi pai de Ladã, Ladã foi pai de Amiúde, e Amiúde foi pai de Elisama;
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27
|1 Crônicas 7:27|
Elisama foi pai de Num, e Num foi pai de Josué.
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28
|1 Crônicas 7:28|
O território que eles receberam e onde ficaram morando incluía Betel e as cidades que ficavam ao seu redor, indo na direção leste até Naarã e na direção oeste até Gezer e as cidades que ficavam ao seu redor. Desse território também faziam parte Siquém e Aia e as cidades que ficavam ao seu redor.
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29
|1 Crônicas 7:29|
Os descendentes de Manassés controlavam as cidades de Bete-Sã, Taanaque, Megido e Dor e as cidades que ficavam ao seu redor. São esses os lugares onde moravam os descendentes de José, filho de Jacó.
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30
|1 Crônicas 7:30|
São estes os descendentes de Aser. Ele foi pai de quatro filhos: Imna, Isva, Isvi e Berias, e de uma filha chamada Sera.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva