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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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|2 Reis 2:13|
Depois pegou a capa de Elias, que havia caído, voltou para a beira do rio Jordão e parou ali.
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|2 Reis 2:14|
Então bateu na água com a capa de Elias e disse: - Onde está o SENHOR, o Deus de Elias? Aí bateu de novo na água, e ela se abriu, e ele passou para o outro lado.
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|2 Reis 2:15|
Os cinqüenta profetas de Jericó viram isso e disseram: - O poder de Elias está com Eliseu! Então foram encontrar-se com ele, ajoelharam-se diante dele
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|2 Reis 2:16|
e disseram: - Nós que estamos aqui somos cinqüenta homens fortes. Deixe que vamos procurar o seu mestre. Talvez o Espírito do SENHOR Deus o tenha carregado e deixado em alguma montanha ou em algum vale. - Não! Vocês não devem ir! - respondeu Eliseu.
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|2 Reis 2:17|
Mas eles insistiram, até que ele mudou de idéia e deixou que fossem. Os cinqüenta foram e durante três dias procuraram Elias por toda parte, porém não o acharam.
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|2 Reis 2:18|
Então voltaram a Jericó, onde Eliseu estava esperando. Eliseu disse: - Eu não falei para vocês não irem?
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|2 Reis 2:19|
Alguns homens de Jericó foram falar com Eliseu e disseram: - Como o senhor sabe, esta cidade é boa, mas a água não presta e provoca abortos.
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|2 Reis 2:20|
Então Eliseu mandou: - Ponham um pouco de sal num prato novo e tragam para mim. Eles levaram,
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|2 Reis 2:21|
e Eliseu foi até a fonte, jogou o sal na água e disse: - O que o SENHOR Deus diz é isto: "Eu fiz esta água ficar pura, e ela não provocará mais mortes nem abortos."
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|2 Reis 2:22|
E aquela água ficou pura até hoje, como Eliseu disse que ia ficar.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva