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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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1
|Amós 3:1|
Povo de Israel, escute o que o SENHOR Deus disse a respeito de vocês, o povo que ele tirou do Egito:
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|Amós 3:2|
- No mundo inteiro, vocês são o único povo que eu escolhi para ser meu. Por isso, tenho de castigá-los por causa de todos os pecados que vocês cometeram.
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3
|Amós 3:3|
Por acaso, duas pessoas viajam juntas, sem terem combinado antes?
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4
|Amós 3:4|
Será que o leão ruge na floresta, sem ter achado algum animal para caçar? Será que o leão novo fica rosnando na caverna, se não tiver pegado nada?
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5
|Amós 3:5|
Será que um passarinho cai numa armadilha que não estava armada? Será que uma armadilha se desarma sem ter pegado algum animal?
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6
|Amós 3:6|
Quando tocam a corneta de alarme, será que o povo não fica com medo? Por acaso, cai alguma desgraça sobre uma cidade, sem que o SENHOR Deus a tenha feito acontecer?
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7
|Amós 3:7|
Por acaso, o SENHOR Deus faz alguma coisa sem revelar aos seus servos, os profetas?
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8
|Amós 3:8|
Quando o leão ruge, quem não fica com medo? Quando o SENHOR Deus fala, quem não anuncia a sua mensagem?
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9
|Amós 3:9|
Anunciem nos palácios de Asdode e do Egito o seguinte: "Reúnam-se nos montes que ficam ao redor de Samaria e vejam a desordem que existe na cidade e os crimes que são cometidos."
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10
|Amós 3:10|
O SENHOR Deus diz: - O povo de Samaria não sabe fazer nada com honestidade, e os seus palácios estão cheios de coisas roubadas com violência.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva