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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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11
|Esdras 6:11|
Se alguma pessoa desobedecer a esta ordem, ordeno também que vocês atravessem o seu corpo com uma viga pontuda, tirada da sua casa. Depois finquem a viga no chão. Além disso, derrubem a sua casa e a façam virar um montão de entulho.
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12
|Esdras 6:12|
Que Deus, que escolheu Jerusalém como o lugar onde deve ser adorado, acabe com qualquer rei ou nação que desobedecer a esta ordem e tentar destruir o Templo de Jerusalém! Eu, Dario, dei esta ordem. Que ela seja obedecida em tudo."
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13
|Esdras 6:13|
Então o governador Tatenai, Setar-Bozenai e os seus companheiros fizeram exatamente o que o rei tinha ordenado.
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14
|Esdras 6:14|
Os líderes israelitas progrediram na construção do Templo, animados pelas mensagens do profeta Ageu e do profeta Zacarias, filho de Ido. Eles terminaram o Templo, conforme as ordens do Deus de Israel e de Ciro, Dario e Artaxerxes, reis da Pérsia.
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15
|Esdras 6:15|
Acabaram a construção do Templo no dia três do mês de adar, no sexto ano do reinado de Dario.
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16
|Esdras 6:16|
Então o povo de Israel, isto é, os sacerdotes, os levitas e todos os outros que haviam voltado da Babilônia, fizeram a inauguração do Templo, dedicando-o com alegria à adoração a Deus.
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17
|Esdras 6:17|
Para essa dedicação, eles ofereceram cem touros, duzentos carneiros e quatrocentos carneirinhos como sacrifício e doze bodes como oferta para tirar pecados, um bode para cada uma das tribos de Israel.
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18
|Esdras 6:18|
Também fizeram a escala dos sacerdotes e dos levitas para os serviços do Templo de Jerusalém, de acordo com as instruções escritas no Livro de Moisés.
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19
|Esdras 6:19|
O povo que havia voltado do cativeiro na Babilônia comemorou a Festa da Páscoa no dia catorze do primeiro mês.
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20
|Esdras 6:20|
Todos os sacerdotes e levitas tinham se purificado e estavam puros. Eles mataram os animais para os sacrifícios da Páscoa, em favor de todas as pessoas que haviam voltado, em favor dos seus colegas sacerdotes e também em favor de si mesmos.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva