-
-
Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
-
1
|Esdras 7:1|
Alguns anos depois, quando Artaxerxes era rei da Pérsia, um homem chamado Esdras foi da Babilônia para Jerusalém. Ele era descendente de Arão, o Grande Sacerdote. Esdras era filho de Seraías, neto de Azarias, e bisneto de Hilquias;
-
2
|Esdras 7:2|
e os seus outros antepassados eram Salum, Zadoque, Aitube,
-
3
|Esdras 7:3|
Amariá, Azarias, Meraiote,
-
4
|Esdras 7:4|
Zeraías, Uzi, Buqui,
-
5
|Esdras 7:5|
Abisua, Finéias e Eleazar, que era filho de Arão, o Grande Sacerdote.
-
6
|Esdras 7:6|
Esdras era mestre da Lei e conhecia muito bem a Lei de Moisés, dada pelo SENHOR, o Deus de Israel. Ele foi falar com o rei Artaxerxes, e este lhe deu tudo o que pediu porque o SENHOR abençoava Esdras. Assim Esdras foi da Babilônia para Jerusalém
-
7
|Esdras 7:7|
com um grupo de israelitas, entre os quais havia sacerdotes, levitas e músicos, guardas e servidores do Templo. Isso foi no sétimo ano do reinado de Artaxerxes.
-
8
|Esdras 7:8|
Eles saíram da Babilônia no dia primeiro do primeiro mês e, com a ajuda de Deus, chegaram a Jerusalém no dia primeiro do quinto mês.
-
10
|Esdras 7:10|
Esdras havia dedicado a sua vida a estudar, e a praticar a Lei do SENHOR, e a ensinar todos os seus mandamentos ao povo de Israel.
-
11
|Esdras 7:11|
Esta é a cópia da carta que o rei Artaxerxes entregou ao sacerdote Esdras, o mestre da Lei, que conhecia bem todas as leis e mandamentos que o SENHOR tinha dado a Israel:
-
-
Sugestões

Clique para ler Números 33-34
23 de fevereiro LAB 420
PODEMOS MUDAR?
Números 33-34
“Na minha vida, não aguento mais mudanças!” Essa foi a frase que ouvi minha mãe dizer em resposta a uma proposta que eu estava fazendo para ela, tentando oferecer algo bom. Minha mãe estava viúva e morando sozinha, longe dos parentes, longe de tudo, há mais de mil quilômetros dos filhos. E naquela preocupação de filho mais velho, protetor, eu estava propondo que ela morasse conosco. Não seria exatamente na mesma casa, mas em algum tipo de casa para que pudéssemos ficar pertinho. Cada vez que eu mudasse, minha mãe iria junto.
Minha mãe sabe o quanto mudo. Vida de pastor é assim: ir aonde Deus mandar. Quando ela disse essa frase para mim, sabia que nos últimos seis anos, eu já estava no sétimo apartamento. Foi por isso que ela disse aquela frase. Ela não estava dizendo que não é uma pessoa aberta a mudanças de paradigmas, mas só não queria mais viver feito cigano, beduíno ou qualquer outro tipo de gente nômade. Nada contra, mas o que ela gostaria era ficar quieta no cantinho dela. Isso está relacionado com estabilidade.
Penso que esses sentimentos sobre mudar ou não estavam bem aflorados na pele daquele pessoal que encontramos na leitura bíblica de hoje. Em Números 33, no relatório das etapas da viagem que eles tiveram desde o Egito, acampando aqui e ali, durou cerca de quarenta anos. Quantos lugares diferentes! Tentei contar, mas perdi a conta desses lugares.
Já pensou que vida era aquela? Levanta acampamento aqui, para ali, arma barraca acolá, e parecia que a jornada não tinha mais um paradeiro. Será que eles disseram: “Na minha vida, eu não aguento mais mudanças?”
Infelizmente, não! O sentimento deles era mais do tipo: “Eu não aguento mais mudanças na minha vida.” Você percebe a diferença? Uma coisa é dizer: “Na minha vida, eu não aguento mais mudanças”; outra, é dizer: “Eu não aguento mais mudanças na minha vida.” A diferença é o lugar onde estamos falando que ela possa acontecer. Uma coisa é, durante essa vida, não querer mais mudar-se de um lugar para outro. Outra, é não querer que mais nada na sua vida seja mudado. Aí é onde está o problema. Esse era o problema daquele povo.
Deus sabia muito bem disso, pois conhecia os israelitas. Parar de mudar-se pra lá e pra cá fisicamente não era o problema. Tanto é que em Números 34, Deus toca a buzina do “terra a vistaaa”, mostrando o final do itinerário. Mas no final do capítulo 33, o recado é: “Cuidado com o que você vai mudar ou deixar que não mude no seu relacionamento com o Senhor!”
Valdeci Júnior
Fátima Silva