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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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3
|Esdras 10:3|
Agora prometamos solenemente ao nosso Deus que mandaremos embora essas mulheres e os seus filhos. Isso faremos seguindo o seu conselho e o dos outros que respeitam os mandamentos do nosso Deus. Assim estaremos fazendo o que a Lei de Deus manda.
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4
|Esdras 10:4|
Levante-se, pois é o senhor quem deve fazer isso. Nós o apoiaremos. Portanto, anime-se e mãos à obra!
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5
|Esdras 10:5|
Então Esdras se levantou e fez com que os chefes dos sacerdotes, os chefes dos levitas e todo o resto do povo jurassem que fariam o que Secanias tinha dito. E eles juraram.
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6
|Esdras 10:6|
Aí Esdras saiu da frente do Templo e foi para o quarto de Joanã, filho de Eliasibe. Ele passou a noite ali, sem comer nem beber, porque estava muito triste por causa da infidelidade dos que haviam voltado da Babilônia.
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7
|Esdras 10:7|
Depois mandaram anunciar em Jerusalém e em Judá que todos os que haviam voltado do cativeiro na Babilônia deviam reunir-se em Jerusalém.
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|Esdras 10:8|
Avisaram também que, por ordem dos governadores e líderes do povo, qualquer pessoa que não chegasse no prazo de três dias perderia as suas propriedades e também o direito de fazer parte do povo de Israel.
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9
|Esdras 10:9|
E assim, dentro de três dias, no dia vinte do nono mês, todos os homens que moravam na região de Judá e de Benjamim chegaram a Jerusalém e se reuniram no pátio do Templo. Estava caindo uma chuva forte e, por causa do tempo e da importância daquele assunto, todos tremiam.
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10
|Esdras 10:10|
Então o sacerdote Esdras se levantou e disse: - Vocês foram infiéis e aumentaram a culpa do povo de Israel por terem casado com mulheres estrangeiras.
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|Esdras 10:11|
Portanto, confessem agora os seus pecados ao SENHOR, o Deus dos seus antepassados, e façam o que lhe agrada. Afastem-se dos estrangeiros que vivem na nossa terra e mandem embora as mulheres estrangeiras com quem vocês casaram.
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12
|Esdras 10:12|
E todo o povo respondeu em voz alta: - Sim! Faremos tudo o que o senhor mandar!
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva