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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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1
|Josué 11:1|
Essas coisas chegaram aos ouvidos de Jabim, rei de Hazor. E ele mandou mensageiros aos seguintes reis: a Jobabe, rei de Madom; aos reis de Sinrom e Acsafe;
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2
|Josué 11:2|
aos reis da região montanhosa, ao norte; aos do vale do Jordão, ao sul do lago da Galiléia; e aos da planície e do litoral, perto de Dor.
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3
|Josué 11:3|
Também enviou mensageiros aos cananeus dos dois lados do rio Jordão, aos amorreus, aos heteus, aos perizeus, aos jebuseus da região montanhosa e aos heveus, que viviam ao pé do monte Hermom, na terra de Mispa.
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4
|Josué 11:4|
Eles foram com todos os seus soldados - um exército com tantos homens quantos são os grãos de areia da praia do mar. Tinham também muitos cavalos e carros de guerra.
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5
|Josué 11:5|
Todos esses reis juntaram os seus soldados e acamparam perto do riacho de Merom, para lutar contra o povo de Israel.
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6
|Josué 11:6|
O SENHOR Deus disse a Josué: - Não fique com medo deles. Amanhã, a esta mesma hora, eu matarei toda essa gente para Israel. Você aleijará os cavalos deles e queimará os seus carros.
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7
|Josué 11:7|
Assim Josué e todos os seus soldados atacaram de surpresa perto do riacho de Merom,
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8
|Josué 11:8|
e o SENHOR Deus deu a vitória aos israelitas. Eles atacaram os inimigos e os perseguiram até a grande Sidom e Misrefote-Maim e até o vale de Mispa, a leste. Continuaram a lutar até matarem todos os inimigos.
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9
|Josué 11:9|
Josué fez como SENHOR havia mandado: aleijou os cavalos deles e queimou os seus carros de guerra.
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10
|Josué 11:10|
Então Josué voltou, tomou a cidade de Hazor e matou o seu rei. Nesse tempo Hazor era o mais poderoso de todos esses reinos.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva