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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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1
|Josué 15:1|
As famílias da tribo de Judá receberam uma parte da terra com os seguintes limites: ao sul as terras iam até a divisa de Edom e até o deserto de Zim.
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2
|Josué 15:2|
Começavam bem no sul do mar Morto
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3
|Josué 15:3|
e iam em direção ao sul, desde a subida de Acrabim até chegar a Zim. Partindo da região sul, a divisa subia a Cades-Barnéia, passava por Hezrom, ia até Adar e rodeava Carca.
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4
|Josué 15:4|
Continuava até Azmom e seguia o ribeirão, na divisa do Egito, até o mar Mediterrâneo, onde terminava. Estas eram as divisas da tribo de Judá, ao sul.
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5
|Josué 15:5|
A leste a divisa era o mar Morto, até o ponto onde o rio Jordão desemboca. Ao norte a divisa começava ali,
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6
|Josué 15:6|
seguia até Bete-Hogla e passava ao norte de Bete-Arabá. Daí subia até a pedra de Boã (Boã era filho de Rúben).
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7
|Josué 15:7|
Depois, começando no vale da Desgraça, ia até Debir e voltava para o norte na direção de Gilgal, que fica em frente da subida de Adumim, no sul do vale. Em seguida continuava até as fontes de Semes e depois até a fonte de Rogel.
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8
|Josué 15:8|
Daí atravessava o vale de Ben-Hinom, no sul da montanha dos jebuseus, onde fica a cidade de Jerusalém. Depois a divisa seguia até o alto da montanha que fica em frente do vale de Hinom, no lado oeste, no fim do vale dos Gigantes, ao norte.
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9
|Josué 15:9|
Partindo do alto da montanha, ia até as fontes de Neftoa e daí até as cidades vizinhas do monte Efrom. Aí voltava na direção de Baalá (ou Quiriate-Jearim)
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10
|Josué 15:10|
e rodeava Baalá pelo oeste até o monte Seir. Então passava pelo lado norte do monte Jearim (ou Quesalom), descia até Bete-Semes e ia além de Timna.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva