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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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|Levítico 15:11|
Se o homem que tem o corrimento tocar numa pessoa sem primeiro lavar as mãos, então aquela pessoa deverá lavar a roupa que estiver vestindo e tomar um banho; e ficará impura até o pôr-do-sol.
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|Levítico 15:12|
Qualquer pote de barro que o homem pegar deverá ser quebrado; se for de madeira, deverá ser lavado.
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13
|Levítico 15:13|
Quando o homem sarar, precisará esperar sete dias para se purificar. Passado esse tempo, deverá lavar a roupa que estiver vestindo e tomar um banho em água de uma fonte; então ficará puro.
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14
|Levítico 15:14|
No oitavo dia ele deverá pegar duas rolinhas ou dois pombinhos, ir até a entrada da Tenda Sagrada e, ali na presença de Deus, o SENHOR, entregar as aves ao sacerdote.
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15
|Levítico 15:15|
Este as oferecerá como sacrifício, uma delas como oferta para tirar pecados, e a outra como oferta que será completamente queimada. Assim, na presença do SENHOR, o sacerdote fará a cerimônia de purificação, e o homem ficará puro.
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16
|Levítico 15:16|
Quando um homem tiver perda de esperma, deverá tomar um banho e ficará impuro até o pôr-do-sol.
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17
|Levítico 15:17|
Qualquer roupa ou pedaço de couro em que cair esperma deverá ser lavado e ficará impuro até o pôr-do-sol.
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18
|Levítico 15:18|
Depois que um homem e uma mulher tiverem relações, os dois deverão tomar um banho e ficarão impuros até o pôr-do-sol.
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19
|Levítico 15:19|
Quando uma mulher tiver a sua menstruação, ficará impura sete dias. Quem tocar nela durante esse tempo ficará impuro até o pôr-do-sol.
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20
|Levítico 15:20|
Qualquer cama em que ela se deitar e qualquer coisa em que se sentar ficarão impuras.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva