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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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1
|Levítico 6:1|
O SENHOR Deus deu a Moisés estas ordens para o povo de Israel:
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2
|Levítico 6:2|
Para tirar a sua culpa, precisará fazer uma oferta o homem que pecar e ofender a Deus, o SENHOR, nos seguintes casos: se ficar com aquilo que alguém lhe entregou para guardar; se não devolver o que alguém deixou como garantia de pagamento de uma dívida; se roubar alguma coisa de alguém; se usar de violência contra qualquer pessoa;
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3
|Levítico 6:3|
se jurar que não achou um objeto perdido quando, de fato, achou; ou se fizer contra alguém qualquer outra coisa parecida com estas.
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4
|Levítico 6:4|
Para ficar livre da sua culpa, quem cometer um desses pecados deverá devolver aquilo que pertence ao outro, ou dar de volta o depósito, ou devolver aquilo que ganhou por meios violentos, ou entregar ao dono o objeto perdido que achou,
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5
|Levítico 6:5|
ou acertar qualquer outra coisa a respeito da qual jurou falso. No dia em que oferecer o sacrifício para tirar a sua culpa, ele entregará ao outro o valor total daquilo que roubou, mais um quinto.
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6
|Levítico 6:6|
E oferecerá um carneiro sem defeito como sacrifício para tirar a sua culpa. O valor do animal será calculado de acordo com a tabela usada no santuário.
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7
|Levítico 6:7|
O sacerdote oferecerá a Deus, o SENHOR, o sacrifício para conseguir o perdão de pecados, e o homem será perdoado de qualquer pecado que tiver cometido.
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8
|Levítico 6:8|
O SENHOR Deus mandou que Moisés
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9
|Levítico 6:9|
desse a Arão e aos seus filhos as seguintes leis a respeito das ofertas que são completamente queimadas: A oferta que é completamente queimada precisará ficar no altar a noite toda, e durante esse tempo o fogo do altar deverá ficar aceso.
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10
|Levítico 6:10|
Depois que o fogo queimar todo o sacrifício, o sacerdote, vestido com calções de linho e uma túnica também de linho, tirará as cinzas e as colocará ao lado do altar.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva