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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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1
|Levítico 23:1|
O SENHOR Deus mandou que Moisés
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2
|Levítico 23:2|
desse aos israelitas as seguintes leis a respeito das festas religiosas mais importantes, quando o povo se reúne para adorar o SENHOR:
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3
|Levítico 23:3|
Vocês têm seis dias para trabalhar, mas o sétimo dia é o dia sagrado de descanso, quando todos deverão se reunir para adorar a Deus. Não façam nenhum trabalho nesse dia. Em todos os lugares onde os israelitas morarem, o sábado é um dia dedicado a Deus, o SENHOR.
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4
|Levítico 23:4|
São estas as festas religiosas, quando o povo deverá se reunir para adorar a Deus, o SENHOR. Cada uma destas festas será realizada na data marcada.
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5
|Levítico 23:5|
A Festa da Páscoa, comemorada em honra de Deus, o SENHOR, começa ao pôr-do-sol no dia catorze do primeiro mês.
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6
|Levítico 23:6|
No dia quinze desse mês começa a Festa dos Pães sem Fermento, em honra de Deus, o SENHOR. Durante os sete dias dessa festa o pão que vocês comerem deverá ser feito sem fermento.
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7
|Levítico 23:7|
No primeiro dia dessa festa ninguém trabalhará, e todos deverão se reunir para adorar a Deus.
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8
|Levítico 23:8|
Durante esses sete dias apresentem ao SENHOR ofertas de alimento e no sétimo dia reúnam-se para adorar a Deus. Nesse dia ninguém deverá trabalhar.
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9
|Levítico 23:9|
O SENHOR Deus mandou Moisés
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10
|Levítico 23:10|
dizer ao povo de Israel o seguinte: - Quando vocês entrarem na terra que eu lhes estou dando e fizerem a primeira colheita de trigo, levem ao sacerdote um feixe do que colherem.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva