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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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1
|Miquéias 4:1|
No futuro, o monte do Templo do SENHOR será o mais alto de todos, ficando acima de todos os montes. Todas as nações irão correndo para lá,
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2
|Miquéias 4:2|
e esses povos dirão: "Vamos subir o monte do SENHOR, vamos ao Templo do Deus de Israel. Ele nos ensinará o que devemos fazer, e nós andaremos nos seus caminhos. Pois os ensinamentos do SENHOR vêm de Jerusalém; é do monte Sião que ele fala ao seu povo."
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3
|Miquéias 4:3|
Ele será juiz entre muitos povos e decidirá questões entre grandes nações distantes. Os povos transformarão as suas espadas em arados e as suas lanças em foices. Nunca mais as nações farão guerra, nem se prepararão novamente para batalhas.
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4
|Miquéias 4:4|
Todos viverão seguros, e cada um descansará calmamente debaixo das suas figueiras e das suas parreiras. Esta é a promessa do SENHOR Todo-Poderoso.
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5
|Miquéias 4:5|
As outras nações adoram e obedecem aos seus deuses; mas, quanto a nós, o SENHOR é o nosso Deus, e nós o adoraremos e lhe obedeceremos para sempre.
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6
|Miquéias 4:6|
O SENHOR Deus diz: - Virá o dia em que eu reunirei aqueles que sofrem, todos os que eu castiguei, quando os expulsei da sua pátria.
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7
|Miquéias 4:7|
Trarei de volta dos países distantes todos os que estiverem vivos e farei deles uma nação poderosa. Eu, o SENHOR, reinarei no monte Sião, e, daquele tempo em diante e para sempre, eles serão novamente o meu povo.
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8
|Miquéias 4:8|
E Jerusalém, o lugar de onde eu, como pastor de ovelhas, olho e cuido do meu povo, voltará a ser a capital do país, a cidade mais importante de Israel.
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9
|Miquéias 4:9|
Jerusalém, por que é que você está chorando como uma mulher que está com dores de parto? Será que é porque você não tem rei e os seus conselheiros morreram?
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10
|Miquéias 4:10|
Jerusalém, torça-se de dor e grite como uma mulher que está dando à luz, pois os seus moradores vão sair e morar nos campos e depois irão até a Babilônia. Mas o SENHOR os salvará e os livrará do poder dos inimigos.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva