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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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1
|Sofonias 2:1|
Pense bem e tome juízo, povo sem-vergonha,
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|Sofonias 2:2|
antes que vocês sejam levados embora como a palha que desaparece num só dia; antes que a ira furiosa do SENHOR Deus caia sobre vocês; antes que chegue o Dia da ira do SENHOR.
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3
|Sofonias 2:3|
Voltem para Deus todos os humildes deste país, todos os que obedecem às leis de Deus. Façam o que é direito e sejam humildes. Talvez assim vocês escapem do castigo no Dia da ira do SENHOR.
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4
|Sofonias 2:4|
A cidade de Gaza ficará deserta, e Asquelom será abandonada. Os moradores de Asdode serão expulsos em menos de um dia, e os moradores de Ecrom serão levados embora como prisioneiros.
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5
|Sofonias 2:5|
Ai de vocês, filisteus, que moram no litoral do mar Mediterrâneo! O SENHOR Deus passou esta sentença contra vocês: "Vou acabar com Canaã, a sua terra; todos os moradores serão mortos.
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6
|Sofonias 2:6|
O seu país, no litoral, vai virar pastos, onde haverá barracas para os pastores e currais para os rebanhos."
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7
|Sofonias 2:7|
Em Judá, as pessoas que não forem mortas ficarão com as terras do litoral. Ali elas cuidarão dos seus rebanhos e dormirão nas casas de Asquelom. Pois o SENHOR Deus vai lembrar do seu povo e o fará prosperar outra vez.
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8
|Sofonias 2:8|
O SENHOR Todo-Poderoso diz: - Ouvi os moabitas e os amonitas zombarem do meu povo e o insultarem. Eles se gabaram de que iam conquistar a sua terra.
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9
|Sofonias 2:9|
Portanto, eu, o Deus de Israel, juro pela minha vida que os países de Moabe e Amom vão ser destruídos como foram as cidades de Sodoma e Gomorra. As terras deles serão um deserto para sempre; ficarão cobertas de espinheiros, e haverá poços de sal por toda parte. Os que sobrarem do meu povo levarão embora tudo o que pertence aos moabitas e aos amonitas e ficarão com as terras deles.
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10
|Sofonias 2:10|
É assim que eles serão castigados. Pois ficaram orgulhosos, insultaram o povo do SENHOR Todo-Poderoso e se gabaram de que iam conquistá-lo.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva