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Nova Versão Internacional -
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10
|Amós 3:10|
“Eles não sabem agir com retidão”, declara o SENHOR, “eles, que acumulam em seus palácios o que roubaram e saquearam”.
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11
|Amós 3:11|
Portanto, assim diz o SENHOR, o Soberano: “Um inimigo cercará o país. Ele derrubará as suas fortalezas e saqueará os seus palácios”.
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12
|Amós 3:12|
Assim diz o SENHOR: “Assim como o pastor livra a ovelha, arrancando da boca do leão só dois ossos da perna ou um pedaço da orelha, assim serão arrancados os israelitas de Samaria, com a ponta de uma cama e um pedaço de sofá [13].
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13
|Amós 3:13|
“Ouçam isto e testemunhem contra a descendência de Jacó”, declara o SENHOR, o Soberano, o Deus dos Exércitos.
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14
|Amós 3:14|
“No dia em que eu castigar Israel por causa dos seus pecados, destruirei os altares de Betel; as pontas do altar serão cortadas e cairão no chão.
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15
|Amós 3:15|
Derrubarei a casa de inverno junto com a casa de verão; as casas enfeitadas de marfim serão destruídas, e as mansões desaparecerão”, declara o SENHOR.
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1
|Amós 4:1|
Ouçam esta palavra, vocês, vacas de Basã que estão no monte de Samaria, vocês que oprimem os pobres e esmagam os necessitados e dizem aos senhores deles: “Tragam bebidas e vamos beber!”
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2
|Amós 4:2|
O SENHOR, o Soberano, jurou pela sua santidade: “Certamente chegará o tempo em que vocês serão levados com ganchos, e os últimos de vocês com anzóis.
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3
|Amós 4:3|
Cada um de vocês sairá pelas brechas do muro, e serão atirados na direção do Harmom [14]”, declara o SENHOR.
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4
|Amós 4:4|
“Vão a Betel e ponham-se a pecar; vão a Gilgal e pequem ainda mais. Ofereçam os seus sacrifícios cada manhã, os seus dízimos no terceiro dia [15].
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva