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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Versão Internacional -
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1
|Deuteronômio 33:1|
Esta é a bênção com a qual Moisés, homem de Deus, abençoou os israelitas antes da sua morte.
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2
|Deuteronômio 33:2|
Ele disse: “O SENHOR veio do Sinai e alvoreceu sobre eles desde o Seir, resplandeceu desde o monte Parã. Veio com miríades de santos desde o sul, desde as encostas de suas montanhas.
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3
|Deuteronômio 33:3|
Certamente és tu que amas o povo; todos os santos estão em tuas mãos. A teus pés todos eles se prostram e de ti recebem instrução,
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4
|Deuteronômio 33:4|
a lei que Moisés nos deu, a herança da assembleia de Jacó.
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5
|Deuteronômio 33:5|
Ele era rei sobre Jesurum, quando os chefes do povo se reuniam, juntamente com as tribos de Israel.
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6
|Deuteronômio 33:6|
“Que Rúben viva e não morra, mesmo sendo poucos os seus homens”.
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7
|Deuteronômio 33:7|
E disse a respeito de Judá: “Ouve, ó SENHOR, o grito de Judá; traze-o para o seu povo. Que as suas próprias mãos sejam suficientes, e que haja auxílio contra os seus adversários!”
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8
|Deuteronômio 33:8|
A respeito de Levi disse: “O teu Urim e o teu Tumim [45] pertencem ao homem a quem favoreceste. Tu o provaste em Massá [46]; disputaste com ele junto às águas de Meribá [47].
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9
|Deuteronômio 33:9|
Levi disse do seu pai e da sua mãe: ‘Não tenho consideração por eles’. Não reconheceu os seus irmãos, nem conheceu os próprios filhos, apesar de que guardaram a tua palavra e observaram a tua aliança.
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10
|Deuteronômio 33:10|
Ele ensina as tuas ordenanças a Jacó e a tua lei a Israel. Ele te oferece incenso e holocaustos completos no teu altar.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva