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Nova Versão Internacional -
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11
|Gálatas 1:11|
Irmãos, quero que saibam que o evangelho por mim anunciado não é de origem humana.
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|Gálatas 1:12|
Não o recebi de pessoa alguma nem me foi ele ensinado; ao contrário, eu o recebi de Jesus Cristo por revelação.
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|Gálatas 1:13|
Vocês ouviram qual foi o meu procedimento no judaísmo, como perseguia com violência a igreja de Deus, procurando destruí-la.
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|Gálatas 1:14|
No judaísmo, eu superava a maioria dos judeus da minha idade, e era extremamente zeloso das tradições dos meus antepassados.
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|Gálatas 1:15|
Mas Deus me separou desde o ventre materno e me chamou por sua graça. Quando lhe agradou
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|Gálatas 1:16|
revelar o seu Filho em mim para que eu o anunciasse entre os gentios [1], não consultei pessoa alguma [2].
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|Gálatas 1:17|
Tampouco subi a Jerusalém para ver os que já eram apóstolos antes de mim, mas de imediato parti para a Arábia e voltei outra vez a Damasco.
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|Gálatas 1:18|
Depois de três anos, subi a Jerusalém para conhecer Pedro [3] pessoalmente e estive com ele quinze dias.
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|Gálatas 1:19|
Não vi nenhum dos outros apóstolos, a não ser Tiago, irmão do Senhor.
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|Gálatas 1:20|
Quanto ao que escrevo a vocês, afirmo diante de Deus que não minto.
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Sugestões

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09 de março LAB 434
“FÉRMULA”
Josué 05-08
Você sabe como o povo de Israel iria conquistar a grande e poderosa cidade de Jericó? Tentar explicar isso seria tolice. Por isso, eles não teorizaram. Eles agiram conforme os comandos de Deus. Arriscar explicar um milagre é uma das maiores idiotices que um ser humano pode fazer. Se tenta explicá-lo, supõe-se que acredita que algo aconteceu de forma muito grandiosa. E se é milagre, veio de Deus. Mas o problema é que a pessoa se esquece que essa palavra significa exatamente algo que não seja explicável, porque se fosse explicável não seria milagre. “Milagres”: não se explicam, se aceitam. Então, de forma irônica e contraditória, quem tenta explicar um milagre está perdendo seu tempo porque está tentando explicar uma coisa que supostamente não existiria. Isso seria um tipo de loucura, concorda?
Uma contradição maior ainda é alguém que se diz cristão fazer algo assim. Afinal, se ele quer dar explicação para o que Deus fez de maneira milagrosa, tomando uma atitude de dizer que milagres não existem, está dizendo que Deus não existe. Ou, se o suposto deus de um cristão assim não é capaz de realizar milagre, então não é Deus. Para um cristão desse tipo, seria mais coerente se decidisse logo ser mais honesto com suas próprias ideias, sendo um ateu.
Encontrei uma maluquice dessas na Revista Bíblica de julho e agosto de 2007, em um artigo escrito por Ariel Alvarez Valdés. Com todo respeito à pessoa dele, fiquei com dó do conteúdo que esse camarada tentou colocar nessa revista, logo quando li o título: “Como caíram as muralhas de Jericó”. É impressionante como uma pessoa que se diz religiosa aventura-se a responder uma pergunta dessas. É só conhecer o livro de Hebreus para conhecer o porquê. Em Hebreus 11:30, encontramos a explicação bíblica da queda dos muros: “Pela fé caíram os muros de Jericó”.
E alguém pode questionar: “Ah, pastor! Então você está querendo acreditar numa fé cega?” Acho essa expressão (“fé cega”) uma das piadas mais insanas, sem sentido e desprovidas de inteligência que já vi na minha vida! Usar a suposta expressão “fé cega” para querer dizer que determinada atitude não seria inteligente ou plausível é estultice. O maior intelectual da Bíblia, o apóstolo Paulo, no mesmo capítulo onde explica a fórmula da queda dos muros de Jericó, também explica o que é fé. “Ora, fé é a prova das coisas que não vemos” (Hebreus 11:1). Será que alguém ainda deseja questionar que crer em milagre é ter a ignorância de uma fé cega? Desculpe, mas que questionamento mais sem sentido!
A fé é como o milagre: não se explica, se aceita.
Valdeci Júnior
Fátima Silva