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Nova Versão Internacional -
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21
|Gálatas 1:21|
A seguir, fui para as regiões da Síria e da Cilícia.
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22
|Gálatas 1:22|
Eu não era pessoalmente conhecido pelas igrejas da Judeia que estão em Cristo.
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23
|Gálatas 1:23|
Apenas ouviam dizer: “Aquele que antes nos perseguia, agora está anunciando a fé que outrora procurava destruir”.
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|Gálatas 1:24|
E glorificavam a Deus por minha causa.
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1
|Gálatas 2:1|
Catorze anos depois, subi novamente a Jerusalém, dessa vez com Barnabé, levando também Tito comigo.
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2
|Gálatas 2:2|
Fui para lá por causa de uma revelação e expus diante deles o evangelho que prego entre os gentios, fazendo-o, porém, em particular aos que pareciam mais influentes, para não correr ou ter corrido inutilmente.
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3
|Gálatas 2:3|
Mas nem mesmo Tito, que estava comigo, foi obrigado a circuncidar-se, apesar de ser grego.
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4
|Gálatas 2:4|
Essa questão foi levantada porque alguns falsos irmãos infiltraram-se em nosso meio para espionar a liberdade que temos em Cristo Jesus e nos reduzir à escravidão.
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5
|Gálatas 2:5|
Não nos submetemos a eles nem por um instante, para que a verdade do evangelho permanecesse com vocês.
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|Gálatas 2:6|
Quanto aos que pareciam influentes—o que eram então não faz diferença para mim; Deus não julga pela aparência—tais homens influentes não me acrescentaram nada.
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Sugestões

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05 de agosto LAB 583
AS MARCAS DO PECADO
Isaías 49-51
A escolha da missão de Jesus no planeta Terra para nos salvar do pecado deixou estampadas, na Divindade, marcas eternas. Marcas essas, objetivadas para operar a restauração de Israel, você deve saber. Faz parte desse “Israel”, todo aquele que se converte a Deus e torna-se um filho da fé do pai Abraão. Essa restauração desse povo, do qual você e eu fazemos parte, que está relatada aí em Isaías 49:8 em diante, é uma restauração explicada no capítulo 50. É a missão que restaura-nos do pecado. E é aí que entra em cena o casamento entre a nossa restauração e a obra de Jesus Cristo: uma aliança com marcas eternas. Vários tipos de marcas.
Certa vez, em uma família, havia um rapaz que apresentava um comportamento muito rebelde. Tiago tinha apenas 16 anos, e seus pais já não sabiam mais o que fazer com ele. Já se classificava como um adolescente que possuíra hábitos, posturas e atitudes muito terríveis. Fazia as coisas erradas, e se alguém o questionava, ele mentia. Se alguém o desmascarava, ele enfrentava, retrucava, respondia e desobedecia de novo. Terrível!
Diante disso, o pai desse garoto tomou uma atitude. Em um belo dia em que Tiago apareceu com um novo comportamento errado, o velho parou no meio da linda sala de jantar da família e pediu ao filho: “Tiago, sobre esta sua mais nova conduta, quero apenas uma coisa. Por favor, traga-me um martelo e um prego.” Apesar de não entender, o rapaz atendeu ao pedido, mas também já foi desafiando o pai: “Qual é? Vai punir-me fincando-me um prego? Posso denunciá-lo!” Em silêncio, com martelo e prego em mãos, o chefe da família foi até diante de um lindo quadro lindo, que havia numa das paredes daquela copa. Era um quadro caríssimo, de mogno puro, com uma imagem magnífica, toda esculpida. Então, aquele senhor cravou o prego bem no meio da obra de arte. Que horrível! O rapaz pensou: “Meu pai deve estar ficando louco!” Então, seu pai virou e disse-lhe: “Este prego é a lembrança do seu novo mau hábito. No dia em que você abandoná-lo, eu arranco o prego.” Para cada nova atitude errada do Tiago, um prego a mais no quadro; para cada nova atitude louvável, um prego a menos no quadro.
A desobediência deliberada daquele filho continuou até o dia em que percebeu que, no quadro, já havia muitos pregos. Então, resolveu mudar de atitude. E chegou o dia em que o pai pôde dizer-lhe: “Está vendo meu filho, já não há mais nenhum prego.” Mas, infelizmente, triste, Tiago teve que responder: “Mas as marcas continuam lá!”
Valdeci Júnior
Fátima Silva