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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Versão Internacional -
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1
|Jeremias 47:1|
Esta é a palavra do SENHOR que veio ao profeta Jeremias acerca dos filisteus, antes do ataque do faraó a Gaza:
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2
|Jeremias 47:2|
Assim diz o SENHOR: “Vejam como as águas estão subindo do norte; elas se tornam uma torrente transbordante. Inundarão esta terra e tudo o que nela existe; as cidades e os seus habitantes. O povo clamará, gritarão todos os habitantes desta terra,
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3
|Jeremias 47:3|
ao estrondo dos cascos dos seus cavalos galopando, ao barulho dos seus carros de guerra, e ao estampido de suas rodas. Os pais não se voltarão para ajudar seus filhos, porque suas mãos estarão fracas.
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4
|Jeremias 47:4|
Pois chegou o dia de destruir todos os filisteus e de eliminar todos os sobreviventes que poderiam ajudar Tiro e Sidom. O SENHOR destruirá os filisteus, o remanescente da ilha de Caftor [96].
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5
|Jeremias 47:5|
Os habitantes de Gaza raparam a cabeça; Ascalom está calada. Ó remanescente da planície, até quando você fará incisões no próprio corpo?
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6
|Jeremias 47:6|
“‘Ah, espada do SENHOR, quando você descansará? Volte à sua bainha, acalme-se e repouse.’
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7
|Jeremias 47:7|
Mas como poderá ela descansar quando o SENHOR lhe deu ordens, quando determinou que ataque Ascalom e o litoral?”
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva