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Leia por capÃtulosComentário sobre a Leitura BÃblica de Hoje
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Nova Versão Internacional -
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|Provérbios 26:1|
Como neve no verão ou chuva na colheita, assim a honra é imprópria para o tolo.
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|Provérbios 26:2|
Como o pardal que voa em fuga, e a andorinha que esvoaça veloz, assim a maldição sem motivo justo não pega.
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3
|Provérbios 26:3|
O chicote é para o cavalo; o freio, para o jumento; e a vara, para as costas do tolo!
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4
|Provérbios 26:4|
Não responda ao insensato com igual insensatez, do contrário você se igualará a ele.
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5
|Provérbios 26:5|
Responda ao insensato como a sua insensatez merece, do contrário ele pensará que é mesmo um sábio.
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6
|Provérbios 26:6|
Como cortar o próprio pé ou beber veneno [56], assim é enviar mensagem pelas mãos do tolo.
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7
|Provérbios 26:7|
Como pendem inúteis as pernas do coxo, assim é o provérbio na boca do tolo.
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8
|Provérbios 26:8|
Como amarrar uma pedra na atiradeira, assim é prestar honra ao insensato.
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9
|Provérbios 26:9|
Como ramo de espinhos nas mãos do bêbado, assim é o provérbio na boca do insensato.
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10
|Provérbios 26:10|
Como o arqueiro que atira ao acaso, assim é quem contrata o tolo ou o primeiro que passa.
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva