-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
48-
Nova Versão Internacional -
-
1
|Salmos 48:1|
Grande é o SENHOR, e digno de todo louvor na cidade do nosso Deus.
-
2
|Salmos 48:2|
Seu santo monte, belo e majestoso, é a alegria de toda a terra. Como as alturas do Zafom [74] é o monte Sião, a cidade do grande Rei.
-
3
|Salmos 48:3|
Nas suas cidadelas Deus se revela como sua proteção.
-
4
|Salmos 48:4|
Vejam! Os reis somaram forças, e juntos avançaram contra ela.
-
5
|Salmos 48:5|
Quando a viram, ficaram atônitos, fugiram aterrorizados.
-
6
|Salmos 48:6|
Ali mesmo o pavor os dominou; contorceram-se como a mulher no parto.
-
7
|Salmos 48:7|
Foste como o vento oriental quando destruiu os navios de Társis.
-
8
|Salmos 48:8|
Como já temos ouvido, agora também temos visto na cidade do SENHOR dos Exércitos, na cidade de nosso Deus: Deus a preserva firme para sempre. Pausa
-
9
|Salmos 48:9|
No teu templo, ó Deus, meditamos em teu amor leal.
-
10
|Salmos 48:10|
Como o teu nome, ó Deus, o teu louvor alcança os confins da terra; a tua mão direita está cheia de justiça.
-
-
Sugestões

Clique para ler Jó 20-21
08 de junho LAB 525
BUSQUE A DEUS
JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva