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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
68-
Nova Versão Internacional -
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11
|Salmos 68:11|
O Senhor anunciou a palavra, e muitos mensageiros a proclamavam:
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12
|Salmos 68:12|
“Reis e exércitos fogem em debandada; a dona de casa reparte os despojos. [106]
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13
|Salmos 68:13|
Mesmo quando vocês dormem entre as fogueiras do acampamento [107], as asas da minha pomba estão recobertas de prata; as suas penas, de ouro reluzente”.
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14
|Salmos 68:14|
Quando o Todo-poderoso espalhou os reis, foi como neve no monte Zalmom.
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15
|Salmos 68:15|
Os montes de Basã são majestosos; escarpados são os montes de Basã.
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16
|Salmos 68:16|
Por que, ó montes escarpados, estão com inveja do monte que Deus escolheu para sua habitação, onde o próprio SENHOR habitará para sempre?
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17
|Salmos 68:17|
Os carros de Deus são incontáveis, são milhares de milhares; neles o Senhor veio do Sinai para o seu Lugar Santo.
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18
|Salmos 68:18|
Quando subiste em triunfo às alturas, ó SENHOR Deus, levaste cativos muitos prisioneiros; recebeste homens como dádivas, até mesmo rebeldes, para estabeleceres morada. [108]
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19
|Salmos 68:19|
Bendito seja o Senhor, Deus, nosso Salvador, que cada dia suporta as nossas cargas. Pausa
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20
|Salmos 68:20|
O nosso Deus é um Deus que salva; ele é o Soberano, ele é o SENHOR que nos livra da morte.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva