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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada -
- O reinado de Acaz
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1
|2 Crônicas 28:1|
Tinha Acaz vinte anos de idade quando começou a reinar e reinou dezesseis anos em Jerusalém; e não fez o que era reto perante o SENHOR, como Davi, seu pai.
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2
|2 Crônicas 28:2|
Andou nos caminhos dos reis de Israel e até fez imagens fundidas a baalins.
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3
|2 Crônicas 28:3|
Também queimou incenso no vale do filho de Hinom e queimou a seus próprios filhos, segundo as abominações dos gentios que o SENHOR lançara de diante dos filhos de Israel.
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4
|2 Crônicas 28:4|
Também sacrificou e queimou incenso nos altos e nos outeiros, como também debaixo de toda árvore frondosa.
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5
|2 Crônicas 28:5|
Pelo que o SENHOR, seu Deus, o entregou nas mãos do rei dos siros, os quais o derrotaram e levaram dele em cativeiro uma grande multidão de presos, que trouxeram a Damasco; também foi entregue nas mãos do rei de Israel, o qual lhe infligiu grande derrota.
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6
|2 Crônicas 28:6|
Porque Peca, filho de Remalias, matou em Judá, num só dia, cento e vinte mil, todos homens poderosos, por terem abandonado o SENHOR, Deus de seus pais.
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7
|2 Crônicas 28:7|
Zicri, homem valente de Efraim, matou a Maaséias, filho do rei, a Azricão, alto oficial do palácio, e a Elcana, o segundo depois do rei.
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8
|2 Crônicas 28:8|
Os filhos de Israel levaram presos de Judá, seu povo irmão, duzentos mil: mulheres, filhos e filhas; e saquearam deles grande despojo e o trouxeram para Samaria.
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9
|2 Crônicas 28:9|
Mas estava ali um profeta do SENHOR, cujo nome era Odede, o qual saiu ao encontro do exército que vinha para Samaria e lhe disse: Eis que, irando-se o SENHOR, Deus de vossos pais, contra Judá, os entregou nas vossas mãos, e vós os matastes com tamanha raiva, que chegou até aos céus.
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10
|2 Crônicas 28:10|
Agora, cuidais em sujeitar os filhos de Judá e Jerusalém, para vos serem escravos e escravas; acaso, não sois vós mesmos culpados contra o SENHOR, vosso Deus?
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva