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João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada -
- A experiência de Abraão
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6
|Gálatas 3:6|
É o caso de Abraão, que creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça.
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7
|Gálatas 3:7|
Sabei, pois, que os da fé é que são filhos de Abraão.
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8
|Gálatas 3:8|
Ora, tendo a Escritura previsto que Deus justificaria pela fé os gentios, preanunciou o evangelho a Abraão: Em ti, serão abençoados todos os povos.
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9
|Gálatas 3:9|
De modo que os da fé são abençoados com o crente Abraão.
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10
|Gálatas 3:10|
Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las.
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|Gálatas 3:11|
E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé.
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|Gálatas 3:12|
Ora, a lei não procede de fé, mas: Aquele que observar os seus preceitos por eles viverá.
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|Gálatas 3:13|
Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro),
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|Gálatas 3:14|
para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios, em Jesus Cristo, a fim de que recebêssemos, pela fé, o Espírito prometido.
- A lei não pode invalidar a promessa
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15
|Gálatas 3:15|
Irmãos, falo como homem. Ainda que uma aliança seja meramente humana, uma vez ratificada, ninguém a revoga ou lhe acrescenta alguma coisa.
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Sugestões

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18 de agosto LAB 596
PLANOS DO PAI PARA NÓS
Jeremias 27-29
Em Jeremias 27, mais uma vez, o profeta anuncia sua mensagem utilizando um ato simbólico. Deus, que é o Senhor da História, concedeu por um tempo a soberania a Nabucodonosor, rei da Babilônia, e as nações que não se submeterem a ele terão de arcar com as conseqüências. Esse mesmo Deus é, ainda hoje, o Senhor da História. Ele concede a você certo domínio sobre algumas coisas na vida, e a outros, certos domínios sobre você. Pare para pensar, em como é que você tem lidado com estes assuntos de exercício de autoridade concedida.
No capítulo 28, a menção do jugo do rei da Babilônia relaciona este relato com o capítulo anterior, apesar de, aqui, a narração estar na terceira pessoa e não na primeira. O relato apresenta dois profetas, Hananias e Jeremias, como representantes de dois pontos de vista antagônicos. Hananias representa os profetas que anunciam paz e prosperidade; Jeremias declara que esse anúncio traz falsa esperança. Na realidade Jeremias estabeleceu um ponto de equilíbrio: o cativeiro não seria tão breve, como alguns falsos profetas tentavam predizer, mas certamente chegaria ao fim. O resultado desse encontro revelou quem é o falso profeta e qual é o critério para identificá-lo.
Mas quando entramos no capítulo 29, encontramos pelo menos três importantes fontes de esperança:
Deus diz ao Seu povo que não deve desistir da esperança porque sua situação não é resultado de acaso ou mal impossível de se predizer, pois o próprio Deus diz: “Eu deportei [Judá] de Jerusalém para a Babilônia” (verso 4). Embora o mal parecia cercá-lo, Judá nunca deixou de estar no centro das mãos de Deus.
Deus diz ao Seu povo que não deve perder a esperança porque Ele pode trabalhar mesmo dentro das dificuldades presentes (verso 7).
Deus diz ao Seu povo que não deve perder a esperança porque Ele vai pôr fim ao seu exílio em um tempo específico: “Assim diz o Senhor: Logo que se cumprirem para a Babilônia setenta anos, atentarei para vós outros e cumprirei para convosco a Minha boa palavra, tornando a trazer-vos para este lugar” (verso 10).
Mas veja com destaque os versos 11-14. Depois que Deus explicou como estava no comando no passado, está no comando no presente e estará no comando no futuro, Ele expressa graciosamente o terno cuidado por Seu povo. Leia os versos 11-14, colocando seu nome cada vez que aparecer a palavra vós, vosso, vocês ou similar, como se Deus estivesse fazendo-lhe essas promessas pessoalmente. Aplique-as para suas lutas, quaisquer que sejam elas.
Fontes: Rodapé da Bíblia de Estudos Almeida e LES 4º Trimestre de 2007, pág. 85.
Valdeci Júnior
Fátima Silva