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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada -
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|Josué 13:21|
e todas as cidades do planalto e todo o reino de Seom, rei dos amorreus, que reinou em Hesbom, a quem Moisés feriu, como também os príncipes de Midiã, Evi, Requém, Zur, Hur e Reba, príncipes de Seom, moradores da terra.
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|Josué 13:22|
Também os filhos de Israel mataram à espada Balaão, filho de Beor, o adivinho, com outros mais que mataram.
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|Josué 13:23|
A fronteira dos filhos de Rúben é o Jordão e suas imediações; esta é a herança dos filhos de Rúben, segundo as suas famílias: as cidades com suas aldeias.
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|Josué 13:24|
Deu Moisés a herança à tribo de Gade, a saber, a seus filhos, segundo as suas famílias.
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|Josué 13:25|
Foi o seu território: Jazer, todas as cidades de Gileade e metade da terra dos filhos de Amom, até Aroer, que está defronte de Rabá;
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26
|Josué 13:26|
desde Hesbom até Ramate-Mispa e Betonim; e desde Maanaim até ao limite de Debir;
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|Josué 13:27|
e, no vale: Bete-Arã, Bete-Ninra, Sucote e Zafom, o resto do reino de Seom, rei de Hesbom, mais o Jordão e suas imediações, até à extremidade do mar de Quinerete, dalém do Jordão, para o oriente.
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|Josué 13:28|
Esta é a herança dos filhos de Gade, segundo as suas famílias: as cidades com suas aldeias.
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|Josué 13:29|
Deu também Moisés herança à meia tribo de Manassés, segundo as suas famílias.
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|Josué 13:30|
Foi o seu território: começando com Maanaim, mais todo o Basã, todo o reino de Ogue, rei de Basã, e todas as aldeias de Jair, que estão em Basã, sessenta cidades;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva