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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada -
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|Mateus 24:31|
E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus.
- A parábola da figueira. Exortação à vigilância
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|Mateus 24:32|
Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão.
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|Mateus 24:33|
Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas.
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|Mateus 24:34|
Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça.
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|Mateus 24:35|
Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão.
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|Mateus 24:36|
Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai.
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|Mateus 24:37|
Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem.
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|Mateus 24:38|
Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca,
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|Mateus 24:39|
e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem.
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|Mateus 24:40|
Então, dois estarão no campo, um será tomado, e deixado o outro;
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Sugestões

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03 de março LAB 428
JUSTIÇA SEJA FEITA
Deuteronômio 21-23
Aparício Lamounier Vilela, de Campo Belo, Minas Gerais, foi condenado e preso em 1927, acusado de ter matado seu próprio tio. Ele protestava, dizendo que era inocente, mas não era isso o que a Justiça apontava. Quatro anos depois, os bens de Aparício, em sacrifício financeiro de sua própria família, foram leiloados pela justiça para indenizar a família do assassinado. Como o acusado continuava alegando sua inocência e sua família o apoiasse, o sistema judiciário continuou sendo procurado para rever o caso, por muitos anos. Mais de duas décadas se passaram e a promotoria mantinha sua posição. Mas, em 1952, o fazendeiro Saturnino Vilela Filho resolve confessar sua responsabilidade pelo assassinato. A Justiça foi obrigada a reconhecer que estava errada.
Mas se era “justiça”, como poderia ser errada? Como um sistema que fez com que um homem inocente perdesse metade de sua vida no isolamento, separação, humilhação e vergonha, poderia ser chamado de “justiça”? Como reparar um erro tão grande?
A verdade é que o ser humano, por mais que tente ser justo, é muito falho. Assim como um educador passa muito trabalho com uma criança que é indisciplinada, na leitura de hoje, encontramos Deus em um grande empenho para ajudar Seus filhos a ter um pouco de disciplinas em suas leis. Leia Deuteronômio 21-23 em uma versão moderna da Bíblia, como a Nova Versão Internacional ou a Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Você perceberá que um grande número, senão a maior parte daquelas regras ainda são aproveitáveis para nós, em pleno século XXI. Talvez não a regra exatamente no seu sentido restrito, mas o princípio que se aplica por trás dela.
Apesar do fato de que existe tanta maldade entre os seres humanos, Deus tem um profundo interesse em ajudar o homem a acertar na vida. Desde os tempos antigos, Ele age assim. Veja esse reflexo da leitura de hoje: “...o Senhor, o seu Deus, não atendeu a Balaão, e transformou a maldição em bênção para vocês, pois o Senhor, o seu Deus, os ama (Deuteronômio 23: 5).”
Isso é para você também. Deus quer que a justiça seja feita na sua vida. Portanto, leia a Bíblia, pois foi Seu próprio Autor quem disse que felizes são aqueles que têm fome e sede de justiça. E é na Palavra de Deus que nós a encontramos. O meu desejo é que, assim como era para acontecer naquele antigo Israel, que aconteça na sua vida também: que a justiça seja feita. E para que ela lhe seja boa, trilhe nos caminhos justos.
Faça o que é certo, porque é certo e deixe o resto com Deus!
Valdeci Júnior
Fátima Silva