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Schlachter (1951) -
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21
|Daniel 4:21|
(H4-18) der so schönes Laub hatte und so reiche Früchte trug und an dem sich Nahrung für alle fand, unter welchem sich die Tiere des Feldes aufhielten und auf dessen Zweigen die Vögel des Himmels wohnten,
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22
|Daniel 4:22|
(H4-19) der Baum bist du, o König, der du so groß und stark geworden bist und dessen Majestät so groß ist, daß sie bis zum Himmel reicht, und deine Herrschaft bis ans Ende der Erde.
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|Daniel 4:23|
(H4-20) Daß aber der König einen Wächter, einen Heiligen, vom Himmel herabfahren sah und sagen hörte: «Hauet den Baum um und verderbet ihn; aber seinen Wurzelstock lasset in der Erde bleiben, und zwar in Banden von Eisen und Erz im grünen Felde, daß er vom Tau des Himmels benetzt werde und sein Teil habe mit den Tieren des Feldes, bis daß sieben Zeiten über ihm vergangen sind»,
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|Daniel 4:24|
(H4-21) das hat, o König, folgende Bedeutung, und dies ist der Beschluß des Höchsten, der meinen Herrn, den König, betrifft.
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|Daniel 4:25|
(H4-22) Man wird dich von den Menschen ausstoßen, daß du bei den Tieren des Feldes wohnest; und man wird dich mit Gras füttern wie die Ochsen und dich vom Tau des Himmels benetzen lassen; und es werden sieben Zeiten über dir vergehen, bis daß du erkennst, daß der Höchste Gewalt hat über das Königtum der Menschen und es gibt, wem er will.
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|Daniel 4:26|
(H4-23) Weil aber vom Verbleiben des Wurzelstockes des Baumes die Rede war, so wird auch dir dein Königtum verbleiben, sobald du erkennen wirst, daß der Himmel herrscht.
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|Daniel 4:27|
(H4-24) Darum, o König, laß dir meinen Rat gefallen und brich mit deinen Sünden durch Gerechtigkeit und mit deinen Missetaten durch Erbarmen gegen die Armen, wenn dein Glück dauerhaft sein soll!
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|Daniel 4:28|
(H4-25) Dies alles ist über den König Nebukadnezar gekommen.
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|Daniel 4:29|
(H4-26) Als er sich nach zwölf Monaten auf seinem königlichen Palast zu Babel erging,
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|Daniel 4:30|
(H4-27) da hob der König an und sprach: «Ist das nicht die große Babel, die ich mir erbaut habe zur königlichen Residenz, kraft meines Reichtums und zu Ehren meiner Majestät?»
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Sugestões

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12 de janeiro LAB 378
SEXO BOM
Gênesis 37-39
Na leitura de hoje, há alguns dramas girando em torno da sexualidade dos personagens. E nesses casos, tem histórias tristes e de bom exemplo. Mas você sabe para que Deus criou o sexo? Veja:
1) Para unir o homem e a mulher num só ser (Gênesis 2:24). Essa união acontece através do ato sexual. “Este é um mistério profundo” (Efésios 5:22-33). As diferenças são agentes de enriquecimento e complementação do casal, tornando a relação mais completa. São duas personalidades, dois indivíduos com diferenças físicas e psicológicas, mas ao mesmo tempo, um só ser. No plano de Deus, quando as pessoas se casam, passam a compartilhar tudo: seus bens, idéias, aptidões, problemas, alegrias, tristezas, fé e corpos.
2) Para o prazer. Veja este resumo de uma conversa entre o rei Salomão e a Sulamita:
- Você é toda linda, minha querida. Você faz disparar o meu coração. Quão deliciosas são as suas carícias! Você é um jardim fechado, minha noiva.
- Que o meu amado entre em seu jardim e saboreie os seus deliciosos frutos.
- Entrei em meu jardim, minha noiva. Comi o meu favo e o meu mel (Cantares 4:7-5:1).
Agora imagine Adão e Eva no Éden! Perfeitos, recém-saídos das mãos do Criador, com corpos vibrantes, em que cada célula se comunicava em perfeita harmonia; cada músculo belamente trabalhado movia-se em perfeita coordenação; o intelecto era puro, livre de qualquer contaminação social ou cultural. A experiência sexual deles deve ter sido extraordinária!
A experimentação do prazer sexual no casal não é uma relação marital mecânica, uma coisa só da carne. Deve haver comunicação, intimidade, ternura antes e depois do ato e confiança intensificada de pertencer ao outro, em um só ser. Deve existir respeito, igualdade e muito amor paciente e perdoador. Deus observa e aprova o ato sexual dos casais casados, entregues ao prazer inocente designado por Ele mesmo. Ele se alegra com a alegria que é pura e santa (Hebreus 13:4).
3) Para a retransmissão da vida que recebemos dEle. A narrativa de Gênesis mostra a sexualidade, ordenada por Deus, num tempo em que o pecado não existia (Gênesis 1:22 e 28). Ter filhos é uma responsabilidade que deve ser intencionalmente desejada, planejada e esperada. Deus cria, nós procriamos. O amor de Deus se revela no fruto do amor humano.
A Bíblia considera o sexo como um brinde ao amor conjugal, uma magnífica experiência plena de amor em profunda expressão de alegria, deleite e dinamismo. Dentro do casamento, o sexo é um poderoso fator de união, prazer e intimidade. É por isso que a escolha de José resultou em bênção e a de Judá não.
Valdeci Júnior
Fátima Silva