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Schlachter (1951) -
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1
|Daniel 7:1|
Im ersten Jahre Belsazars, des Königs von Babel, hatte Daniel einen Traum und Gesichte seines Hauptes auf seinem Lager. Er schrieb den Traum alsbald auf, und dies ist der vollständige Bericht.
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2
|Daniel 7:2|
Daniel hob an und sprach: Ich schaute des Nachts in meinem Gesichte und siehe, die vier Winde brachen los auf das große Meer;
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3
|Daniel 7:3|
und vier große Tiere stiegen aus dem Meer empor, ein jedes verschieden vom andern:
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4
|Daniel 7:4|
Das erste glich einem Löwen und hatte Adlerflügel. Ich betrachtete das Tier, bis ihm die Flügel ausgerauft wurden und es von der Erde aufgerichtet und wie ein Mensch aufrecht auf seine Füße gestellt und ihm ein menschliches Herz gegeben wurde.
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5
|Daniel 7:5|
Und siehe, das andere, zweite Tier glich einem Bären und war nur auf einer Seite aufgerichtet und hatte drei Rippen in seinem Maul zwischen seinen Zähnen; und es ward zu ihm gesagt: Stehe auf, friß viel Fleisch!
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6
|Daniel 7:6|
Darnach schaute ich weiter und siehe, ein anderes Tier wie ein Panther; das hatte vier Vogelflügel auf seinem Rücken; auch vier Köpfe hatte dieses Tier, und ihm ward Macht verliehen.
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7
|Daniel 7:7|
Nach diesem sah ich in den Nachtgesichten und siehe, das vierte Tier war furchterregend, schrecklich und außerordentlich stark; es hatte große eiserne Zähne, fraß und zermalmte und zertrat das Übrige mit den Füßen; es war ganz anders als die vorigen Tiere und hatte zehn Hörner.
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8
|Daniel 7:8|
Während ich achtgab auf die Hörner, siehe, da brach ein anderes, kleines Horn zwischen denselben hervor, vor welchem drei der vorigen Hörner ausgerissen wurden; und siehe, dieses Horn hatte Augen wie Menschenaugen und ein Maul, welches große Dinge redete.
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9
|Daniel 7:9|
Solches sah ich, bis Throne aufgestellt wurden und ein Hochbetagter sich setzte. Sein Kleid war schneeweiß und das Haar seines Hauptes wie reine Wolle; sein Thron waren Feuerflammen und seine Räder ein brennendes Feuer.
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10
|Daniel 7:10|
Ein Feuerstrom ergoß sich und ging von ihm aus. Tausendmal Tausende dienten ihm emsiglich, und zehntausendmal Zehntausende standen vor ihm; das Gericht setzte sich, und die Bücher wurden aufgetan.
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Sugestões

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30 de julho LAB 577
BLÁ-BLÁ-BLÁ
Isaías 27-29
“Porque é mandamento sobre mandamento, regra sobre regra, um pouco aqui, um pouco ali.” Você já usou esse verso para ensinar sobre algum método de como devemos estudar a Bíblia? Sim? Então, peça perdão a Deus, porque torceu o sentido do texto bíblico. Estou falando isso, porque tem gente que pega Isaías 28:10 para argumentar que a Bíblia está mandando estudar o texto sagrado de forma salpicada, pegando um pedacinho em cada canto para defender uma ideia. Mas, se fosse assim, onde estaria o valor do estudo textual da Palavra de Deus?
É claro que o estudo sistemático da Bíblia é muito importante e que, para estudá-la por assunto, é preciso vasculhá-la para juntar tudo o que ela diz. Mas, por favor, ninguém precisa usar Isaías 28:10 para defender isso. Não precisamos pôr na boca do profeta o que ele não disse. É só lermos o capítulo inteiro, olharmos os versos que vêm antes e depois e veremos que o sentido do texto é exatamente o contrário, uma zombaria.
Como assim? Explico: na realidade, no original hebraico, o que temos são algumas palavras que praticamente não dá para traduzir. É uma verdadeira onomatopéia que, para nós que falamos português, não passa de sons sem sentido: “sav lasav sav lasav / kav lakav kav lakav.” Isso era uma imitação zombadora das palavras do profeta Isaías.
Naquela época, os líderes religiosos não faziam seu trabalho. Viviam bêbados. Nesse caso, o significado de “bêbado” pode, também, indicar cegueira espiritual. Quando Isaías chegou trazendo a mensagem do Senhor, eles começaram a caçoar dele: “O que esse profetinha aí está falando pra lá e pra cá? Um monte de asneira?” Esse é o sentido de Isaías 28:10, uma zombaria que estavam fazendo com a pregação de Isaías.
Inclusive, a ferramenta de Estudo Bíblico Strong deixa claro que isso foi usado em zombaria para arremedar as palavras de Isaías, e não pode, jamais, ser usado como um mandamento divino verdadeiro. Para mim, a melhor tradução dessa imitação onomatopaica das palavras de Isaías (na cabeça deles) seria: “beabá, blá-blá-blá, beabá, blá-blá-blá para todo lado.”
Ou seja, a simplicidade da amorosa mensagem divina estava desprezada. Os bêbados de Judá compararam a mensagem de Isaías como conversa para crianças. A Bíblia na Linguagem de Hoje, que em muitos pontos é uma das Bíblias mais teológicas que temos, traduz o verso com muita alegria, quando diz: “Ele está pensando que nós somos crianças e quer nos ensinar o beabá.” Essa era a triste conclusão dos amigos ouvintes do pregador Isaías que, infelizmente, iriam colher consequências amargas por causa desse desprezo para com as profecias.
Não despreze-as, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva