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Thai from KJV -
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|Daniel 2:10|
คนเคลเดียจึงกราบทูลต่อพระพักตร์กษัตริย์ว่า "ไม่มีบุรุษคนใดในพิภพที่จะสำแดงเรื่องกษัตริย์ได้ เพราะฉะนั้นไม่มีกษัตริย์ เจ้านายหรือผู้ปกครองคนใดไต่ถามสิ่งเหล่านี้จากโหร หรือหมอดู หรือคนเคลเดีย
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11
|Daniel 2:11|
สิ่งซึ่งกษัตริย์ตรัสถามนั้นยากและไม่มีผู้ใดจะสำแดงแด่กษัตริย์ได้นอกจากพระ ผู้ซึ่งมิได้อยู่กับมนุษย์"
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12
|Daniel 2:12|
เพราะเรื่องนี้กษัตริย์จึงทรงกริ้วและเกรี้ยวกราดนักและรับสั่งให้ฆ่าพวกนักปราชญ์ทั้งหมดของบาบิโลนเสีย
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13
|Daniel 2:13|
เพราะฉะนั้นจึงมีพระราชกฤษฎีกาประกาศไปว่าให้ฆ่านักปราชญ์เสียทั้งหมด เขาจึงเที่ยวหาดาเนียลและพรรคพวกเพื่อจะฆ่าเสีย
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14
|Daniel 2:14|
แล้วดาเนียลก็ตอบอารีโอคหัวหน้าราชองครักษ์ผู้ที่ออกไปเที่ยวฆ่านักปราชญ์ของบาบิโลน ด้วยถ้อยคำแยบคายและปรีชาสามารถ
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15
|Daniel 2:15|
ท่านถามอารีโอคหัวหน้าว่า "ไฉนพระราชกฤษฎีกาของกษัตริย์จึงเร่งร้อนเล่า" แล้วอารีโอคก็เล่าเรื่องให้ดาเนียลทราบ
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16
|Daniel 2:16|
แล้วดาเนียลก็เข้าไปเฝ้าและกราบทูลกษัตริย์ขอให้กำหนดเวลาเพื่อท่านจะถวายคำแก้พระสุบินแด่กษัตริย์
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17
|Daniel 2:17|
แล้วดาเนียลก็กลับไปเรือนของท่าน และแจ้งเรื่องให้ฮานันยาห์ มิชาเอล และอาซาริยาห์สหายของท่านฟัง
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18
|Daniel 2:18|
และบอกเขาให้ขอพระกรุณาแห่งพระเจ้าแห่งฟ้าสวรรค์เรื่องความลึกลับนี้ เพื่อดาเนียลและสหายของท่านจะไม่พินาศพร้อมกับบรรดานักปราชญ์อื่นๆของบาบิโลน
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19
|Daniel 2:19|
ในนิมิตกลางคืนทรงเผยความลึกลับนั้นแก่ดาเนียล แล้วดาเนียลก็ถวายสาธุการแด่พระเจ้าแห่งฟ้าสวรรค์
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva