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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Thai from KJV -
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1
|João 10:1|
เราบอกความจริงแก่ท่านว่า ผู้ที่มิได้เข้าไปในคอกแกะทางประตู แต่ปีนเข้าไปทางอื่นนั้นเป็นขโมยและโจร
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2
|João 10:2|
แต่ผู้ที่เข้าทางประตูก็เป็นผู้เลี้ยงแกะ
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3
|João 10:3|
นายประตูจึงเปิดประตูให้ผู้นั้น และแกะย่อมฟังเสียงของท่าน ท่านเรียกชื่อแกะของท่าน และนำออกไป
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4
|João 10:4|
เมื่อท่านต้อนแกะของท่านออกไปแล้วก็เดินนำหน้า และแกะก็ตามท่านไปเพราะรู้จักเสียงของท่าน
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5
|João 10:5|
คนแปลกหน้าแกะจะไม่ตามเลย แต่จะหนีไปจากเขา เพราะไม่รู้จักเสียงของคนแปลกหน้า"
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6
|João 10:6|
คำอุปมานั้นพระเยซูได้ตรัสกับเขาทั้งหลาย แต่เขาไม่เข้าใจความหมายของพระดำรัสที่พระองค์ตรัสกับเขาเลย
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7
|João 10:7|
พระเยซูจึงตรัสกับเขาอีกว่า "เราบอกความจริงแก่ท่านว่า เราเป็นประตูของแกะทั้งหลาย
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8
|João 10:8|
บรรดาผู้ที่มาก่อนเรานั้นเป็นขโมยและโจร แต่ฝูงแกะก็มิได้ฟังเขา
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9
|João 10:9|
เราเป็นประตู ถ้าผู้ใดเข้าไปทางเรา ผู้นั้นจะรอด และเขาจะเข้าออก แล้วจะพบอาหาร
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10
|João 10:10|
ขโมยนั้นย่อมมาเพื่อจะลักและฆ่าและทำลายเสีย เราได้มาเพื่อเขาทั้งหลายจะได้ชีวิต และจะได้อย่างครบบริบูรณ์
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva