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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Thai from KJV -
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35
|João 5:35|
ยอห์นเป็นโคมที่จุดสว่างไสว และท่านทั้งหลายก็พอใจที่จะชื่นชมยินดีชั่วขณะหนึ่งในความสว่างของยอห์นนั้น
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36
|João 5:36|
แต่คำพยานที่เรามีนั้นยิ่งใหญ่กว่าคำพยานของยอห์น เพราะว่างานที่พระบิดาทรงมอบให้เราทำให้สำเร็จ งานนี้แหละเรากำลังทำอยู่เป็นพยานถึงเราว่าพระบิดาทรงใช้เรามา
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37
|João 5:37|
และพระบิดาผู้ทรงใช้เรามา พระองค์เองก็ได้ทรงเป็นพยานถึงเรา ท่านทั้งหลายไม่เคยได้ยินพระสุรเสียงของพระองค์ และไม่เคยเห็นรูปร่างของพระองค์
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|João 5:38|
และท่านทั้งหลายไม่มีพระดำรัสของพระองค์อยู่ในตัวท่าน เพราะว่าท่านทั้งหลายมิได้เชื่อในพระองค์ผู้ที่พระบิดาทรงใช้มานั้น
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39
|João 5:39|
จงค้นดูในพระคัมภีร์ เพราะท่านคิดว่าในพระคัมภีร์นั้นมีชีวิตนิรันดร์ และพระคัมภีร์นั้นเป็นพยานถึงเรา
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|João 5:40|
แต่ท่านทั้งหลายไม่ยอมมาหาเราเพื่อจะได้ชีวิต
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|João 5:41|
เราไม่รับเกียรติจากมนุษย์
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|João 5:42|
แต่เรารู้ว่าท่านไม่มีความรักพระเจ้าในตัวท่าน
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|João 5:43|
เราได้มาในพระนามพระบิดาของเรา และท่านทั้งหลายมิได้รับเรา ถ้าผู้อื่นจะมาในนามของเขาเอง ท่านทั้งหลายก็จะรับผู้นั้น
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|João 5:44|
ผู้ที่ได้รับยศศักดิ์จากกันเอง และมิได้แสวงหายศศักดิ์ซึ่งมาจากพระเจ้าเท่านั้น ท่านจะเชื่อผู้นั้นได้อย่างไร
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva