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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Thai from KJV -
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32
|Jó 41:32|
มันละทางแวบวาบไว้ข้างหลัง ทำให้ใครๆคิดว่ามหาสมุทรผมหงอก
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33
|Jó 41:33|
บนแผ่นดินโลก ไม่มีอะไรเหมือนมัน เป็นสิ่งที่ถูกสร้างไม่ให้รู้จักความกลัว
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34
|Jó 41:34|
มันเห็นทุกสิ่งที่อยู่สูง มันเป็นกษัตริย์เหนือบรรดาสัตว์ที่สง่า"
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1
|Jó 42:1|
แล้วโยบทูลพระเยโฮวาห์ว่า
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2
|Jó 42:2|
ข้าพระองค์ทราบแล้วว่า พระองค์ทรงกระทำทุกสิ่งได้ และพระประสงค์ของพระองค์จะไม่หดหู่ไปได้เลย
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3
|Jó 42:3|
`นี่ใครหนอที่ซ่อนคำปรึกษาด้วยไร้ความรู้' เพราะฉะนั้น ข้าพระองค์จึงกล่าวถึงสิ่งที่ข้าพระองค์ไม่เข้าใจ สิ่งที่ประหลาดเกินแก่ข้าพระองค์ ซึ่งข้าพระองค์ไม่ทราบ
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4
|Jó 42:4|
`ฟังซี เราจะพูด เราจะถามเจ้า ขอเจ้าตอบเรา'
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5
|Jó 42:5|
ข้าพระองค์เคยได้ยินถึงพระองค์ด้วยหู แต่บัดนี้ตาของข้าพระองค์เห็นพระองค์
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6
|Jó 42:6|
ฉะนั้นข้าพระองค์จึงเกลียดตนเอง และกลับใจอยู่ในผงคลีและขี้เถ้า"
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7
|Jó 42:7|
เมื่อพระเยโฮวาห์ตรัสพระวจนะเหล่านี้แก่โยบแล้ว พระเยโฮวาห์ตรัสกับเอลีฟัสชาวเทมานว่า "ความพิโรธของเราพลุ่งขึ้นต่อเจ้า และต่อสหายทั้งสองของเจ้า เพราะเจ้ามิได้พูดถึงเราอย่างที่ถูก ดังโยบผู้รับใช้ของเราได้พูด
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva