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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Webster's Bible 1833 -
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1
|1 Samuel 13:1|
Saul reigned one year; and when he had reigned two years over Israel,
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2
|1 Samuel 13:2|
Saul chose him three thousand men of Israel; of which two thousand were with Saul in Michmash and in mount Beth-el, and a thousand were with Jonathan in Gibeah of Benjamin: and the rest of the people he sent every man to his tent.
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3
|1 Samuel 13:3|
And Jonathan smote the garrison of the Philistines that was in Geba; and the Philistines heard of it. And Saul blew the trumpet throughout all the land, saying, Let the Hebrews hear.
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4
|1 Samuel 13:4|
And all Israel heard it said that Saul had smitten a garrison of the Philistines, and that Israel also was had in abomination with the Philistines: and the people were called together after Saul to Gilgal.
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5
|1 Samuel 13:5|
And the Philistines assembled to fight with Israel, thirty thousand chariots, and six thousand horsemen, and people as the sand which is on the sea shore in multitude: and they came up, and encamped in Michmash, eastward from Beth-aven.
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6
|1 Samuel 13:6|
When the men of Israel saw that they were in a strait (for the people were distressed) then the people hid themselves in caves, and in thickets, and in rocks, and in high places, and in pits.
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7
|1 Samuel 13:7|
And some of the Hebrews went over Jordan to the land of Gad and Gilead. As for Saul, he was yet in Gilgal, and all the people followed him trembling.
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8
|1 Samuel 13:8|
And he tarried seven days, according to the set time that Samuel had appointed: but Samuel came not to Gilgal; and the people were scattered from him.
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9
|1 Samuel 13:9|
And Saul said, Bring hither a burnt-offering to me, and peace-offerings. And he offered the burnt-offering.
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10
|1 Samuel 13:10|
And it came to pass, that as soon as he had made an end of offering the burnt-offering, behold, Samuel came; and Saul went out to meet him, that he might salute him.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva