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Webster's Bible 1833 -
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1
|2 Pedro 2:1|
But there were false prophets also among the people, even as there will be false teachers among you, who will privately bring in damnable heresies, even denying the Lord that bought them, and bring upon themselves swift destruction.
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2
|2 Pedro 2:2|
And many will follow their pernicious ways; by reason of whom the way of truth will be evil spoken of.
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3
|2 Pedro 2:3|
And through covetousness they will with feigned words make merchandise of you: whose judgment now of a long time lingereth not, and their damnation slumbereth not.
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4
|2 Pedro 2:4|
For if God spared not the angels that sinned, but cast them down to hell, and delivered them into chains of darkness, to be reserved to judgment;
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5
|2 Pedro 2:5|
And spared not the old world, but saved Noah the eighth person, a preacher of righteousness, bringing the flood upon the world of the ungodly;
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6
|2 Pedro 2:6|
And turning the cities of Sodom and Gomorrah into ashes, condemned them with an overthrow, making them an example to those that afterwards should live ungodly lives.
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7
|2 Pedro 2:7|
And delivered just Lot, grieved with the habitual lewdness of the wicked:
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8
|2 Pedro 2:8|
(For that righteous man dwelling among them, in seeing and hearing, grieved his righteous soul from day to day with their unlawful deeds;)
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9
|2 Pedro 2:9|
The Lord knoweth how to deliver the godly out of temptations, and to reserve the unjust to the day of judgment to be punished:
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10
|2 Pedro 2:10|
But chiefly them that walk after the flesh in the lust of uncleanness, and despise government. Presumptuous are they, self-willed; they are not afraid to speak evil of dignities.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva