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Webster's Bible 1833 -
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|2 Pedro 2:10|
But chiefly them that walk after the flesh in the lust of uncleanness, and despise government. Presumptuous are they, self-willed; they are not afraid to speak evil of dignities.
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11
|2 Pedro 2:11|
Whereas angels, who are greater in power and might, bring not railing accusation against them before the Lord.
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12
|2 Pedro 2:12|
But these, as natural brute beasts, made to be taken and destroyed, speak evil of the things that they understand not; and shall utterly perish in their own corruption:
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13
|2 Pedro 2:13|
And shall receive the reward of unrighteousness, as they that count it pleasure to riot in the day-time. Spots they are and blemishes, sporting themselves with their own deceivings while they feast with you;
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14
|2 Pedro 2:14|
Having eyes full of adultery, and that cannot cease from sin; beguiling unstable souls: they have a heart exercised with covetous practices; cursed children:
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|2 Pedro 2:15|
Who have forsaken the right way, and gone astray, following the way of Balaam the son of Bosor, who loved the wages of unrighteousness;
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16
|2 Pedro 2:16|
But was rebuked for his iniquity: the dumb ass speaking with man's voice, forbad the madness of the prophet.
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|2 Pedro 2:17|
These are wells without water, clouds that are carried with a tempest; to whom the mist of darkness is reserved for ever.
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18
|2 Pedro 2:18|
For when they speak great swelling words of vanity, they allure through the lusts of the flesh, through much wantonness, those that had quite escaped from them who live in error.
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19
|2 Pedro 2:19|
While they promise them liberty, they themselves are the servants of corruption: for by whom a man is overcome, by the same is he brought into bondage.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva