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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Webster's Bible 1833 -
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1
|2 Samuel 9:1|
And David said, Is there yet any that is left of the house of Saul, that I may show him kindness for Jonathan's sake?
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2
|2 Samuel 9:2|
And there was of the house of Saul a servant whose name was Ziba. And when they had called him to David, the king said to him, Art thou Ziba? And he said, Thy servant is he.
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3
|2 Samuel 9:3|
And the king said, Is there not yet any of the house of Saul, that I may show the kindness of God to him? and Ziba said to the king, Jonathan hath yet a son, who is lame in his feet.
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4
|2 Samuel 9:4|
And the king said to him, Where is he? And Ziba said to the king, Behold, he is in the house of Machir, the son of Ammiel, in Lo-debar.
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5
|2 Samuel 9:5|
Then king David sent, and brought him from the house of Machir, the son of Ammiel, from Lo-debar.
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6
|2 Samuel 9:6|
Now when Mephibosheth, the son of Jonathan, the son of Saul, had come to David, he fell on his face, and did reverence. And David said, Mephibosheth. And he answered, Behold thy servant!
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7
|2 Samuel 9:7|
And David said to him, Fear not: for I will surely show thee kindness for the sake of Jonathan thy father, and will restore thee all the land of Saul thy father; and thou shalt eat bread at my table continually.
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8
|2 Samuel 9:8|
And he bowed himself, and said, What is thy servant, that thou shouldst look upon such a dead dog as I am?
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9
|2 Samuel 9:9|
Then the king called to Ziba, Saul's servant, and said to him, I have given to thy master's son all that pertained to Saul, and to all his house.
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10
|2 Samuel 9:10|
Thou therefore, and thy sons, and thy servants, shall till the land for him, and thou shalt bring in the fruits, that thy master's son may have food to eat: but Mephibosheth thy master's son shall eat bread always at my table. Now Ziba had fifteen sons and twenty servants.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva