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Webster's Bible 1833 -
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1
|Colossenses 4:1|
Masters, give to your servants that which is just and equal; knowing that ye also have a Master in heaven.
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2
|Colossenses 4:2|
Continue in prayer, and watch in the same with thanksgiving;
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3
|Colossenses 4:3|
At the same time praying also for us, that God would open to us a door of utterance, to speak the mystery of Christ, for which I am also in bonds:
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4
|Colossenses 4:4|
That I may make it manifest, as I ought to speak.
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5
|Colossenses 4:5|
Walk in wisdom towards them that are without, redeeming the time.
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6
|Colossenses 4:6|
Let your speech be always with grace, seasoned with salt, that ye may know how ye ought to answer every man.
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7
|Colossenses 4:7|
All my state shall Tychicus declare to you, who is a beloved brother, and a faithful minister and fellow-servant in the Lord:
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8
|Colossenses 4:8|
Whom I have sent to you for the same purpose, that he may know your state, and comfort your hearts;
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9
|Colossenses 4:9|
With Onesimus, a faithful and beloved brother, who is one of you. They will make known to you all things which are done here.
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10
|Colossenses 4:10|
Aristarchus, my fellow-prisoner, saluteth you; and Marcus, sister's son to Barnabas, (concerning whom ye received commandments: if he should come to you, receive him;)
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Sugestões

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28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva